Comércio eletrônico (e-commerce)
Estatísticas sobre comércio eletrônico - 2009
Dados relativos a 2009, publicados para consulta e comparação com os dados desde 2006 até hoje (ver barra de navegação à esquerda).
Comércio eletrônico no Brasil
■ As vendas online movimentaram US$ 8,7 milhões em vendas online em no Brasil em 2009, aumento de 10,3% em relação a 2008. O país ocupava neste ano o primeiro lugar no ranking latino-americano em volume de vendas eletrônicas. Em termos globais, o mercado é liderado pelos EUA, com movimento anual de US$ 134,9 milhões, seguido por Japão (US$ 51,2 milhões) e China (US$ 36,9 milhões). (Convergência Digital, acesso em 13.6.2010)
■ O comércio eletrônico brasileiro faturou 10,6 bilhões de reais em 2009, 30% a mais que em 2008, de acordo com a 21ª edição da pesquisa WebShoppers, divulgada pela consultoria e-bit em 16/3. O resultado superou a expectativa de faturamento de 10 bilhões de reais prevista anteriormente pela consultoria. A compra média foi avaliada em 335 reais. O total de consumidores que já fizeram compras na internet brasileira chegou a 17,6 milhões de pessoas (desde 2001). O número representa quase um quarto (26%) dos 66,6 milhões de internautas registrados pelo Ibope Nielsen Online em dezembro de 2009.
Livros e Assinaturas de Jornais e Revistas aparecem como os produtos mais populares, responsáveis por 20% das vendas, seguidos por Saúde, Beleza e Medicamentos (13%); Eletrodomésticos (11%); Informática (9%) e Eletrônicos (6%). O índice de satisfação do consumidor brasileiro com o e-commerce nacional caiu para 86,3% devido à greve dos Correios em setembro, bem como à incapacidade das lojas online entregarem um número de pedidos maior que o esperado no Natal. O e-bit espera que, no final de 2010, o setor atraia 23 milhões de consumidores online e chegue a um faturamento de 13,6 bilhões de reais, com crescimento de 28,3% em relação a 2009. (IDGNow, acesso em 17.3.2010)
■ A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) e a e-Bit estimam que no final de 2009 ano as lojas eletrônicas tenham um faturamento de R$ 1,63 bilhão, 30% a mais que em 2008, quando o faturamento com as vendas chegou a R$ 1,25 bilhão. (Convergência Digital, acesso em 26.11.2009)
■ Os sites das três maiores companhias aéreas no Brasil (Gol, TAM e Azul) somam 73,3% do share de visitas. Dos cem termos mais utilizados nas buscas pelas companhias, que respondem por 72,15% do tráfego ao setor, 95,5% envolvem a marca, a URL da companhia ou programa de fidelidade. Buscas genéricas, com variações dos termos 'passagens', 'linhas aéreas' ou 'empresas aéreas' somam apenas 3%. Os demais casos (1,5%) referem-se principalmente a buscas pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). (B2B, acesso em 23.11.2009)
■ O comércio eletrônico em 2009 deve fechar com faturamento de R$ 10 bilhões em faturamento, 27% a mais que em 2008. Em 2012 a previsão chega aos R$ 25 bilhões. Em agosto, 87,29% dos consumidores online aprovaram o processo. Dos 70 milhões de usuários da internet no Brasil, 15,2 milhões adquirem ou já adquiriram produtos pelo menos uma vez pela rede. A entrada de grandes players no mercado garantiu movimentação ao segmento e colaborou para a inclusão das classes C e D na atividade. (B2B, acesso em 30.9.2009)
■ Estudo da Associação Comercial de São Paulo e da Câmara-e.net em 2009 mostra que 80% das compras online no Brasil são pagas com cartão de crédito e 55% são parceladas. Segundo previsões, o comércio eletrônico brasileiro deve fechar com um faturamento de R$ 10,5 bilhões no ano – 28% a mais que em 2008. No entanto, devido à falta de planejamento, 45% dos empreendimentos online encerram suas atividades antes do primeiro mês embora a participação dos pequenos varejistas seja cada vez maior. (B2B, acesso em 21.7.2009)
■ Nove entre cada dez consumidores online confiam nas sugestões de compras conhecidas pelo boca a boca; sete de cada dez confiam nas informações postadas por outros consumidores. (Revista Webdesign, setembro de 2009, sobre "Pesquisa de Consumidor da Nielsen Online")
■ O valor do tíquete médio na venda de eletrodomésticos é de R$ 688,00, segundo dados apurados pela a e-bit entre maio e junho de 2009. O total de vendas subiu 35%, de R$ 242 milhões (fevereiro/ março) para R$ 327 milhões (maio/ junho). (Revista Webdesign, setembro de 2009)
■ O faturamento do comércio eletrônico deve chegar a R$ 10 bilhões em faturamento em 2009, 27% a mais que em 2008. Em 2012 deve chegar a R$ 25 bilhões. Em agosto, a satisfação dos consumidores subiu, com aprovação de 87,29%. Dos 70 milhões de usuários da internet brasileiros, 15,2 milhões adquirem ou já adquiriram produtos pelo menos uma vez pela rede. (B2B, acesso em 30.9.2009)
■ No primeiro semestre 2009 o e-commerce faturou 4,8 bilhões, 27% a mais do que no mesmo período em 2008. 32% dos consumidores (15,2 milhões) fizeram compras online pela primeira vez. (e-bit e Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, acesso em 21.8.2009)
■ O faturamento do comércio eletrônico no Brasil deve crescer 25% no primeiro semestre de 2009, 14,7% a mais que o varejo físico. Fatores que mais contribuíram para o aumento: entrada de novos varejistas na internet (como Wal-Mart e Casas Bahia); a retomada das condições de financiamento de antes do início da crise econômica; a queda do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de eletrodomésticos e a deflação constatada na web. (camara e-net, acesso em 3.8.2009)
■ O comércio eletrônico deve movimentar mais de R$ 10 bilhões em 2009 no Brasil, com crescimento aproximado de 35%. (B2B, acesso em 21.7.2009)
■ A atividade cresceu 45% em comparação a 2008. As empresas que comercializam pela rede contabilizaram R$ 3,8 bilhões entre janeiro e junho, segundo relatório elaborado pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico e a e-bit. (B2B, acesso em 21.7.2009)
■ De janeiro a março de 2009 o comércio eletrônico brasileiro movimentou R$ 2,3 bilhões, 25 % a mais que no mesmo período do ano passado. No mesmo período, os dez maiores varejistas perderam 6,45% em marketshare enquanto pequenas e médias varejistas, ganharam 1,62%. (ebit, acesso em 8.6.2009)
■ Projeções da e-bit afirmam em abril de 2009 que o Dia das Mães deve movimentar entre 25 de abril e 9 de maio, cerca de R$ 450 milhões, 20% a mais que em 2008, quando o faturamento foi de R$ 380 milhões. (ebit, acesso em 28.3.2009)
■ O e-bit estima que o comércio eletrônico no Brasil deve movimentar 4,2 bilhões de reais até julho de 2009, R$ 800 milhões a mais que nos seis primeiros meses de 2008. O número de consumidores deve ultrapassar 15 milhões de consumidores, chegando no final do ano a 17,2 milhões. A expectativa para 2009 é que o comércio eletrônico brasileiro movimente 10 bilhões de reais. (B2B, acesso em 17.3.2009)
■ Cerca de 46% dos internautas participantes da Campus Party, realizada em São Paulo em janeiro de 2009, liam comentários de outros usuários antes de ir às compras, 20% deles postavam opiniões sobre produtos ou serviços com frequência e 57% fizeram isso ao menos uma vez. (B2B, acesso em 31.1.2009)
■ Em 2009, o comércio online deve alcançar R$ 10 bilhões de faturamento, crescendo nominalmente entre 20% e 25% em relação a 2008. (e-bit, acesso em 20.2.2009)
Estatísticas sobre comércio eletrônico no mundo
■ O índice de fraude de pagamentos de compras online no Brasil é de 1,2%, o que equivale a perdas de US$ 500 bilhões por ano. A América do Norte perdeu entre US$ 3 bilhões e US$ 4 bilhões em 2009 devido a fraudes de pagamentos online, 1,2% da receita do setor de comércio eletrônico dos países. (Convergência Digital, acesso em 7.5.2010)
■ Quase um entre três consumidores britânicos não realizavam compras online, apontou pesquisa do Office of Fair Trading em maio de 2009. Destes, 30% disseram não confiar nos sites, 20% temiam pela segurança pessoal e 15% não confiavam nas empresas que vendiam online. Embora a confiança esteja aumentado, 72% dos consumidores online pesquisados afirmam que fazem ressalvas ao processo e 38% tem uma ligeira informação sobre os seus direitos. (WebProNews, acesso em 29.12.2009)
■ Os sites das três companhias aéreas líderes nos EUA (Southwest, Delta e American Airlines) somam apenas 37,14% do market share local. (B2B, acesso em 23.11.2009)
■ Dados da Shop.org's mostram que 47,1% dos varejistas pesquisados aumentam o uso de mídias sociais nos feriados de final de ano. Mais da metade acrescentou ou melhor páginas no Facebook (60.3%) e no Twitter (58.7%)". Quase dois terços (65.6%) acrescentaram ou melhoraram blogs e feeds de RSS no mesmo período (ReadWriteWeb, acesso em 23.11.2009).
■ Recomendações de pessoas conhecidas ou de outros consumidores, mesmo que desconhecidos, são as formas de publicidade mais confiáveis, de acordo com a Nielsen Global Online Consumer Survey, que avaliou 25.000 usuários da internet em 50 países. 90% dos consumidores entrevistados disseram confiar em recomendações de conhecidos enquanto 70% afirmaram que seguem recomendações online de outros consumidores. No entanto, web sites com boas marcas também detêm a confiança de 70% dos consumidores online. (Nielsen wire, acesso em 4.9.2009)
■ Apenas 10% das mulheres participantes de redes sociais se envolvem em atividades relacionadas a marcas ou produtos ("obtenha informações sobre produtos, inclua cupons e descontos" e "escreva resenhas sobre produtos"). (WebProNews, acesso em 3.9.2009)
■ No Reino Unido, o sites de conteúdo e entretenimento geraram 73% mais tráfego que os sites de comércio no último ano (de julho de 2008 a julho de 2009). A tendência vem se fortalecendo nos últimos 3 anos. (HitWise, acesso em 18.8.2009)
■ Pesquisa da ComScore no primeiro semestre de 2009 mostra que a atividade do comércio eletrônico nos EUA caiu 1% em relação a 2008. Os itens que mais cresceram foram brinquedos e passatempos (21%), livros e revistas, video games, consoles e acessórios.
Além da crise econômica, alguns motivos técnicos estão associados ao resultado, como a falta de ajuda por uma pessoal real (4 em 5 consumidores adultos, 77% do total); a dificuldade de encontrar uma pessoa real quando necessário (82% disseram que tentaram, mas não conseguiram); 52% dos que procuraram suporte online e não o encontraram desistiram da compra. (eCommerce sales down from last year, WebProNews, 21.7.2009)
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