Comércio eletrônico (e-commerce)

Dados sobre comércio eletrônico - 2010

Atualizado em 19.8.2010

Os dados abaixo foram publicados em noticiários e órgãos especializados em comércio eletrônico. As fontes estão citadas em cada nota. Para ver os dados de 2006 até hoje, consulte as outras páginas desta seção (ver barra de navegação à esquerda). Ver também Dados sobre o uso da internet no Brasil.

Comércio eletrônico no Brasil

 O tíquete médio das compras onlineno primeiro semestre de 2010 foi de R$ 379,00. As categorias de produtos mais vendidas no 1º semestre do e-commerce em 2010 foram: livros e assinaturas de revistas e jornais, eletrodomésticos, saúde, beleza e medicamentos, informática, eletrônicos (Economia Digital, 22ª edição do Relatório WebShoppers elaborado pela e-bit, com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, camara-e.net)

 O faturamento do comércio eletrônico no primeiro semestre no Brasil foi de R$ 6,7 bilhões, 40% a mais que no primeiro semestre de 2009 (R$ 4,8 bilhões).

Cerca de 55% dos consumidores que fizeram compras online estimulados por redes sociais são mulheres, o que pode indicar que público feminino é mais facilmente seduzido pelas ofertas ou recomendações nesse canal. No comércio eletrônico em geral, a divisão é igual: 50% são homens, 50% mulheres. Em relação  à idade, os compradores provenientes de redes sociais são, em média, sete anos mais jovens  que os do mercado: 34 contra 41. 14% dos consumidores online disseram que começaram, mas acabaram a compra.  (IDGNow, dados da e-bit com apoio da camara e-net, acesso em 12.8.2010)

 A rede Walmart no Brasil pretende dobrar as vendas online de 2009 para 2010, com o aumento da oferta de 10 mil itens em 11 categorias em 2009 para 100 mil itens, em 21 seções até o final de 2010. O Carrefour também se lançou no mercado brasileiro de comércio eletrônico ao colocar no ar o seu portal de comércio eletrônico em 2009. A Nova PontoCom, marca de comércio eletrônico resultaod da associação da Grupo Pão de Açúcar e a Casas Bahia, ameaça assumir a liderança do varejo online no país. Com vendas estimadas em R$ 500 milhões para 2010, a operação ocupa atualmente a segunda posição do segmento no Brasil, atrás apenas de B2W, consórcio formado pela integração de Submarino.com e Lojas Americanas. Passagens aéreas, com destaque para a companhia aérea Gol, e eletroeletrônicos são os produtos mais comprados pela internet no Brasil. (OJornal.net, dados do estudo encomendado pela Visa e realizado pela AméricaEconomía Intelligence, unidade de análises da revista AméricaEconomia, acesso em 18.6.2010)

A renda média familiar dos consumidores online brasileiros é R$ 3.560,79, ante R$ 1.444,52 dos compradores das lojas físicas. 80% dos consumidores online têm entre 25 e 59 anos, já entre os consumidores off-line 66% estão nesta faixa de idade. (Mundo do Marketing, acesso em 18.6.2010)

Segundo dados apresentados pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, do Ministério da Justiça, de 2004 até janeiro de 2010 o sistema brasileiro de defesa do consumidor havia recebido 21,5 mil reclamações, especialmente por conta da não entrega ou atraso, e que envolveram, principalmente, produtos de informática e computadores, além de celulares. (Convergência Digital, acesso em 19.5.2010)

Comércio eletrônico no mundo

Pesquisa da Econsultancy mostra que marketing para ecommerce depende mais de email que de mídias sociais - mais de um terço dos consumidores dos EUA não usam redes sociais online. 53% acham que informações irrelevantes desvalorizam os emails recebidos; 54% disseram que não deram importância às mensagens porque não viam nenhuma vantagem em recebê-las.

A mesma pesquisa diz que 55% dos consumidores online pesquisados afirmam que um alto índice de valorização por outros cliente aumenta as chances de comprarem um produto. Dois terços das pessoas com menos de 24 anos checaram as mensagens de compras nos seus celulares. Para produtos mais baratos, os homens tendem a consultar mais as resenhas sobre produtos, enquanto as mulheres tendem a participar de conversas online e offline antes de decidir comprar. (Search Engine Watch, acesso em 21.7.2010)

De acordo com a comScore, os gastos com comércio eletrônico nos EUA no primeiro trimestre de 2010 se aproximaram dos $34 bilhões, aumento de 10% em relação a 2009 - primeira vez desde o segundo trimestre de 2008 que o crescimento chegou aos 2 dígitos. (Webpronews, acesso em 24.5.2010)

16% dos consumidores online geraram 80% das 500 bilhões de impressões de página a partir da recomendação de produtos para seus pares. (Forrester, acesso em 14.3.2010)

Os mais jovens são mais propensos a realizar compras com celulares que os mais velhos, mostra pesquisa da Retrevo com usuários de dispositivos móveis. 55% dos entrevistados de 18 a 24 já os tinham usado para fazer pesquisas de preço, contra apenas 17% dos usuários com mais de 45 anos. Os jovens foram mais sensíveis aos anúncios móveis, 20% responderam aos estímulos, contra apenas 9% dos usuários com mais de 35 anos. 59% dos entrevistados acharam a informação de compras que procuravam com os celulares, 8% não pretendem fazer compras com os celulares. (WebProNews, acesso em 14.3.2010)

 

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