Arquitetura da informação - Organização do conteúdo | |
Atividades relacionadas (arquitetura da informação) | |
As atividades abaixo estão numeradas de acordo com o seqüenciamento de atividades da elaboração da estrutura: ■ E1. Examinar todas as informações que serão publicadas, sem prestar muita atenção aos "rótulos" ou "títulos" das informações. Esta lista tem base na pesquisa sobre os usuários, em conversas com colaboradores e em práticas de card-sorting, na construção de cenários, na pesquisa de ambiente, na busca de palavras-chave relevantes em ferramentas de busca e no exame dos resultados, bem como no exame dos objetivos do site e da conceituação editorial, dos levantamentos e modelagens realizados nesta etapa e em etapas anteriores. ■ E2. Classificar as informações em blocos (para organizar os menus e as barras de navegação) de acordo com os modelos mentais do usuário e estabelecer hierarquias para as informações dentro de cada bloco, de acordo com as características das informações. ► Exemplos Este é o momento adequado para os testes preliminares dos percursos dos usuários. Testes com cartões (card sorting ou "cartões para seleção") realizados com protótipos em papel, permitem uma idéia geral sobre a organização das informações de maneira muito simples e barata. Permitem também a compreensão dos modelos mentais do público para o aperfeiçoamento preliminar dos percursos e dos rótulos que serão testados mais adiante. Nestes testes, os usuários fazem agrupamentos das informações de acordo com a sua percepção e percorrem os percursos da navegação através das cartas com os rótulos escritos. ■ E3. Estruturar as relações entre os blocos de informações. Quanto menos links o usuário selecionar para ir de uma página a outra, menor a sensação de desorientação e dispersão em relação a outras opções de percurso. ■ E4. Definir o enfoque conceitual e editorial, a partir do conteúdo disponível ou a ser produzido, em torno do qual as informações serão estruturadas. Pode levar em conta a análise das estatísticas de acesso de site já existente, que provê não só informações sobre o que os usuários procuram como também ajuda a estabelecer prioridades para estas informações. ■ E5. Avaliar a necessidade de criar mapas conceituais e taxonomias, o que pode alterar as etapas seguintes em relação aos contextos de informação a modelar. ■ E6. Desenhar diagramas de informações, que provêem uma visão topológica, para a visualização das relações entre as principais áreas de informações e entre a extensão e a profundidade a partir da página Principal. ■ E7. Elaborar o design estrutural (wireframes) para visualizar as relações possíveis entre as informações e os percursos para chegar a cada uma. ■ E8. Confeccionar um protótipo funcional, com os rótulos e links das páginas principais, a ser testado com usuários representativos do público-alvo (em HTML ou com programas que permitam a estruturação de arquivos interligados com hiperlinks). O protótipo é uma ferramenta que permite o toque e a interação com uma interface real e provê resposta mais realista do que qualquer documentação estática sobre a estrutura de informações. Permite também que os patrocinadores (sponsors) do projeto compreendam o resultado vendo algumas das funcionalidades sem precisar ler longos documentos. Além de uma ferramenta de teste, o protótipo é uma ferramenta de comunicação. Pode-se unir a elaboração de wireframes e do protótipo funcional por meio de wireframes interativas. Estas também permitem a visualização da relação entre páginas e a realização de testes de usuários. ■ E9. Refinar os "rótulos" ou "títulos" das informações e os percursos, com a verificação de que estão adequados à linguagem habitualmente utilizada pelos usuários.
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