Atualizado em 20.2.2009
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Atualizado em 14.2.2010

Evitar a construção do site (ou da página Principal) inteiramente em Flash, ainda mais se há indicações de marketing para facilitar a sua indexação por ferramentas de busca ou acesso de pessoas com deficiência.

Mesmo que o Google tenha avançado na indexação de arquivos em formato swf, estes ainda são de difícil rastreamento e ficam fora dos primeiros lugares das listas de resultados (ver referência).

Para aumentar as possibilidades de acesso e de indexação dos arquivos em Flash pelos sites de busca, dividir um mesmo arquivo em diferentes páginas, embora a criação de arquivos únicos com todo o conteúdo de um site pequeno seja tecnicamente viável (e mais fácil).

Mesmo que desde junho de 2008 o Google já consiga indexar textos em arquivos swf, a inserção de tags e metatags em diversas páginas aumenta a "superfície de contato" dos buscadores com informações sobre o conteúdo publicado. (ZDNet, 1.7.2008)

Inserir meta tags detalhadas com palavras-chave e descrição das páginas na "cabeça" (head) do HTML, embora estes dados não sejam valorizados pelos buscadores para priorizar estes arquivos/ páginas nos resultados das buscas. Inserir descrições também no <title> da página.

Para verificar a adequação do conteúdo a padrões web e a normas de acessibilidade, avaliar os arquivos nas condições de uso dos usuários com deficiências, com o teste da interface em programas leitores de tela, do mesmo modo como se testa o site antes do lançamento em diferentes browsers e dispositivos.

Inserir texto no HTML, mesmo que seja o mesmo que está no arquivo Flash. O site que adota boas práticas para buscadores costuma ser favorecido por estes sites, especialmente quando os textos contêm links para outras páginas e sites.

Usar os campos "Title" e "Description" no Flash 8. O formato SWF supporta metadata em formato XMP e aos poucos ganha importância para os principais buscadores.

Se optar por desenvolver páginas em Flash e HTML com o mesmo conteúdo, para que os clientes decidam pelo modo de acesso ao site, verificar pelos relatórios de acesso quais são as mais procuradas pelos usuários e procurar aprender sempre sobre os usuários a partir das suas demandas, preferências.

Deixar aos usuários o maior controle possível sobre a animação e as ações na interface. Como a maioria das soluções em Flash são fechadas e os processos de uso precisam ser pré-definidos, se a interface permitir ao usuário sentir-se "no poder" da experiência de uso, pode-se estabelecer com ela(e) uma interlocução mais equilibrada e sinérgica. ► Exemplo

Preparar alternativas para os usuários de dispositivos móveis. Mesmo usuários de iPhones não veem ou usam bem arquivos neste formato.

Assuntos relacionados
Acessibilidade - Apresentar soluções abrangentes - inclusão de usuários com problemas motores, visuais, cognitivos
Usabilidade - Autonomia orient ada - embora o usuário tenha controle sobre a ação num site, um ambiente adequado de uso, facilita a navegação e a realização de tarefas
Indexação por buscadores (SEO) : Sobre as meta tags

Referências (Recursos técnicos - para web sites)
Why Flash is generally a bad idea for your company's web site (Unsolicited Marketing Advice, acesso em 10.3.2006)
Best practices for accessible Flash design: Part 1 (WebReference, acesso em 1.8.2006)

Mais informação sobre o assunto (links externos)
i-Learrn (Curso de Formação Web Standards, único centro de treinamento do W3C no Brasil)
Engaging experiences for all users (Adobe Developer Connection, acesso em 18.8.2009)
Making Flash websites searchable (Adobe Developer Connection, acesso em 18.8.2009)
Google can now index... Flash! An interview with Michael Marshall, de Robin Nobles (IntranetPortal, acesso em 10.3.2006)
Área do site internacional da Adobe dedicada a acessibilidade com Flash (Adobe, acesso em 15.5.2006)