XHTML
Exemplo : XML (Extensible Markup Language)
O exemplo abaixo mostra uma lista de pesquisadores, discriminados por nome, sobrenome, email e cidade, que descreve as informações em função das suas características, ao invés de mostrá-las em função da sua aparência, como é feita com o HTML tradicional.
<?xml version="1.0"?>
<lista_pesquisadores title="Universidade A" >
<pesquisador>
<primeiro_nome>Suzana</primeiro_nome>
<sobrenome>Vieira</sobrenome>
<email>suzanavieira@yahoo.com.br</email>
<cidade>Rio de Janeiro </cidade>
</pesquisador>
<pesquisador>
<primeiro_nome>Alexandre</primeiro_nome>
<sobrenome>Martins</sobrenome>
<email>amartins@hotmail.com</email>
<cidade>Belo Horizonte </cidade>
</pesquisador>
<pesquisador>
<primeiro_nome>Paulo</primeiro_nome>
<sobrenome>César</sobrenome>
<email>pc@wanadoo.com.br</email>
<cidade>São Paulo </cidade>
<country>France</country>
</pesquisador>
<pesquisador>
<sobrenome>Marcelo</sobrenome>
<email>marcelok@rjonline.com.br</email>
<cidade>Rio de Janeiro </cidade>
</pesquisador>
</lista_pesquisadores>
■ Mesmo o mais simples elemento de XML contém uma marcação de abertura, uma marcação de fechamento e algum conteúdo entre elas.
O exemplo acima começa com um "header", declaração de uso não-obrigatório ("<?xml version="1.0"?>"), que avisa a um programa ou dispositivo leitor do arquivo que se trata de um documento em formato XML, e qual sua versão.
O arquivo mostra uma raiz única na qual todos os outros elementos estão inseridos ("<lista_pesquisadores>"), seguido de vários itens, ou seja, o conjunto de informações sobre cada pesquisador.
Cada item contém um ou vários elementos (<cidade>Rio de Janeiro </cidade>), sendo que cada elemento tem um nome (<cidade></cidade>) e um valor ("Rio de Janeiro", por exemplo).
Encontramos também informação adicional sobre uma marcação nos chamados atributos, como por exemplo title="Universidade A", em <lista_pesquisadores>, que ajuda a contextualizar o conjunto de informações em relação a outras de mesma natureza.
Os elementos estão dispostos no documento em ordem hierárquica, do mais importante para o menos importante (<lista_pesquisadores title="Universidade A" >, <pesquisador>, <primeiro_nome>), estabelecendo relacionamentos escalonados entre eles, em forma de taxonomias.
■ As regras de formatação são muito rígidas, todos os documentos precisam seguir todas as mesmas regras de notação e estrutura da linguagem, pois os programas que processam XML rejeitam os arquivos que não estão convenientemente formatados.
-> Por exemplo, a marcação de fechamento de <pesquisador> não pode ser </Pesquisador> ou </PESQUISADOR>. As marcações de abertura e fechamento têm que ter a mesma forma de grafia ou seja<pesquisador> e </pesquisador>.
■ Para assegurar que todos os componentes de um processo realizado através de XML sejam compatíveis entre si, é necessário que sua estrutura esteja descrita em esquemas reguladores, ou DTDs (document type definition).
Como instrumentos regulatórios, DTDs contêm descrições da estrutura de cada documento XML, de forma que cada integrante de uma rede de colaboradores (sistemas, dispositivos) possa operar segundo as mesmas referências.
DTDs atuam para todas as linguagens de marcações, não apenas em XML, e contêm a declaração de utilização de elementos dos arquivos subordinados à sua normatização. Declaram todas as marcações utilizadas num determinado arquivo, especificam a ordem em que devem aparecer, as marcações opcionais ou que podem ser repetidas, e como podem ser aninhados uns dentro dos outros, por exemplo.
Assuntos relacionados
► Sitemaps em XML
► Taxonomias incluem os padrões conceituais que os usuários utilizam para chegar às informações
Referências sobre XML
► A really, really, really good introduction to XML
► Why XML transformation via XSLT in the browser is limited (acesso em 18.4.2006, TechRepublic)
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