A avaliação de websites através das estatísticas de acesso, especialmente levando em conta as taxas de seleção (click-through), de visualização de páginas (page-views) e das palavras-chave mais usadas para acesso pelas buscas orgânicas, gera ações como:
Conhecer melhor o público e direcionar ações específicas para segmentos. Tradicionalmente as métricas de acesso não examinavam o perfil sócio-econômico do usuário. No dia a dia, as agências de produção e atualização de conteúdo, de marketing de vendas, de publicidade, baseavam-se na apuração de page views, focando exclusivamente na avaliação quantitativa da audiência, com a avaliação de server logs e do uso de serviços de analytics. Esse modelo usava ainda como referência as métricas que valiam para os produtos impressos, que qualificavam a satisfação do leitor pela tiragem (quanto maior a tiragem, maior é o valor da publicidade). Esse quadro começa a mudar, com a implantação progressiva das análises socioeconômicas de audiência. Serviços de avaliação como o da Nielsen-Ibope começam a qualificar o leitor com um modelo similar ao dos aparelhos de medição de audiência de TV: monta-se um painel de audiência com 12 mil usuários. Cada qual instala um programa no seu micro permitindo o acompanhamento permanente dos sites visitados. A partir daí, desenham-se perfis socioeconômicos dos usuários de cada site. (1) Reestruturar as páginas e áreas menos acessadas diretamente relacionadas aos objetivos do site, na medida em que apresentam resultados pouco satisfatórios. Reestruturar as páginas e áreas menos acessadas diretamente relacionadas aos objetivos do site, na medida em que apresentam resultados pouco satisfatórios.
Perguntas importantes: Quem são os usuários potenciais que não chegam no site? Como chegar a eles? Porque os usuários não chegam às páginas mais importantes para a realização dos objetivos do site? O que há nas páginas mais acessadas que atraem os usuários? Estes fatores podem ser transpostos para as páginas que precisam ser revisadas?
Aperfeiçoar continuamente as áreas mais acessadas, oferecendo conteúdo (ou produtos, ou funcionalidades, ou serviços) suplementar e especializado e links para outras páginas relacionadas. Criar novas áreas (de conteúdo, serviços, produtos) a partir dos interesses dos usuários. Integrar os esforços de diferentes áreas de produção de conteúdo, como a edição cruzada (cross-content) entre diversos sites relacionados, por exemplo, para a criação de uma rede de páginas interligadas que facilite a localização de informações. Divulgar internamente, em períodos regulares, os relatórios sobre as estatísticas de acesso para avaliação de ações possíveis. Cruzar os relatórios de veículos onde os banners são veiculados com os relatórios de visitas do site, para avaliação da visibilidade da marca. (Atualizado em 6.5.2015)  

Referências

1) As mudanças no mercado de mídia (GGN, acesso em 6.5.2015)