Narrativas interativas: eixo diagonal
Um eixo diagonal entre dois eixos ortogonais, imagem possível da arquitetura da informação de canais cruzados e interligados, procura definir a visão geral de um ambiente de múltiplas mídias para prover uma experiência que considera tanto as características estratégicas e linguísticas de cada uma quanto do conjunto. (6.5.2012)
Narrativas interativas: eixos horizontal e vertical
A estrutura de informações das mídias digitais se aproxima de estruturas linguísticas mais amplas, embora apresente diferenças básicas: enquanto num texto a narrativa é um produto real, concreto, no mundo digital é uma construção abstrata, subjetiva, que existe internamente para cada usuário. (17.4.2012)
Cross-channel – fatores contextuais
O design de produtos cross-channel não é diferente dos produtos comuns, apenas valoriza aspectos que os consideram dentro de um contexto integrado. Visão estratégia, temporalidade e ciclos de produção influenciam o tratamento das unidades de informação. (1.4.2012)
Cross-channel (canais cruzados)
Uma estrutura de informações cross-channel considera não só as mídas digitais, mas também um conjunto de outros canais, que compõem uma experiência integrada. Muitos filmes, como a trilogia Matrix, lançados em conjunto com games, publicações, apps móveis, e web sites, procuram tirar partido deste modelo, que tende cada vez mais a empoderar os usuários. (18.3.2012)
Tipos de estruturas (de informação)
Três tipos de estrutura foram acrescentado a este texto: cross-mídia (de canais complementares), cross-channel (com canais interligados mas independentes) e multi-channel (de canais com funcionalidades semelhantes mas funcionalmente independentes). (11.3.2012)
Gestalt – Percepção em contexto
A disposição dos componentes das mídias digitais depende de inúmeros fatores, entre os quais o modo como são percebidos pelos usuários. Os princípios de Gestalt de percepção ajudam a compreender como os elementos estabelecem relações visuais entre si e com o conjunto de informações de cada tela. (26.2.2012)
Número de links – regra 7 ± 2
Especialistas em design de interfaces muitas vezes citam os estudos do psicólogo George A. Miller para indicar que o número de links por página ou app online não deve ultrapassar sete. No entanto, podemos aplicar as observações deste próprio autor para relativizar estes limites. (12.2.2012)
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