Para realizar projetos com base nas características do público, é preciso conhecer tendências e contextos genéricos de acesso por meio de dados estatísticos. Informações sobre o uso da Internet no Brasil publicados em noticiários e veículos especializados, ajudam esta tarefa. Veja também as estatísticas sobre dispositivos móveis no Brasil em 2020.

Apenas 16,5% dos tribunais de Justiça estão digitalizados no Brasil. Instituído pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em outubro do ano passado, o programa de digitalização do Poder Judiciário, chamado Juízo 100% Digital, é realidade em mais de 20% de unidades judiciárias de 1º grau dos tribunais. São 3.411 varas, juizados e cartórios eleitorais no país, onde a população pode dar entrada em suas demandas e participar de toda a tramitação sem precisar comparecer fisicamente aos Fóruns. Quando são incluídas as unidades de 2º Grau (recursais), as áreas de apoio e gabinetes de desembargadores e desembargadoras, o Juízo 100% Digital está presente em 16,5% do total. Os destaques estão no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT2), que atende à Grande São Paulo, com 99,8% de unidades (400) operando na modalidade remota, o Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (TRT9), que atua no Paraná, com 99,4% do total (169) e o Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO), com 99,3% (143). O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) é o que tem a maior quantidade de unidades que aderiram ao Juízo 100% digital. São 1.240 – 80% do total. Além disso, já são mais de 13 tribunais com percentual acima de 90% na adesão à modalidade de tramitação. Tanto o Juízo 100% Digital como os Núcleos de Justiça 4.0 são componentes do Programa Justiça 4.0, desenvolvido pelo CNJ, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e o Conselho da Justiça Federal (CJF), para promover o acesso à Justiça, por meio de ações que empregam novas tecnologias e inteligência artificial. (Veja mais em Convergência Digital. Acesso em 3.9.21)

Banda larga fixa é a surpresa e avança na casa dos brasileiros em 2020. Em 2020, o uso da banda fixa pulou de 62% para 69%, em especial nas classes C, D e E. Por conta do isolamento social, tiveram de buscar a Internet para manter as atividades e sobreviver. Em contrapartida, o acesso exclusivo por banda larga móvel doméstico passou de 27% para 22%. O acesso à Internet pelo celular está universalizado, usado por mais de 93% de brasileiros, mas como acesso para lares há dificuldades. A banda larga fixa ganhou espaço principalmente por conta dos provedores Internet que ampliaram a oferta de fibra ótica. Apesar de os PCs estarem presentes em 45% dos lares brasileiros em todas as classes sociais, sua presença aumentou – desktop, portátil ou tablet-, subindo 6% – 39%, em 2019 – revertendo a tendência de declínio nos últimos anos. Os PCs passaram a ser usados para trabalho e estudo. A pandemia fez reduzir, um pouco, a desigualdade digital no Brasil. Ela ainda é grande, mas houve um aumento proporcional nas regiões. Um exemplo: no Nordeste a taxa de lares conectados ficou em 81%; no Sudeste, em 86%. O crescimento da proporção de domicílios com acesso à Internet se deu em todos os segmentos: nas áreas urbanas e rurais, em todas as regiões, em todas as faixas de renda familiar e estratos sociais. Os domicílios das classes C (91%) e DE (64%) apresentaram as maiores diferenças em comparação a 2019 (80% e 50%, respectivamente). Aumentou a proporção de usuários de Internet na comparação com 2019, sobretudo entre os moradores das áreas rurais (de 53% em 2019 para 70% em 2020), entre os habitantes com 60 anos ou mais (de 34% para 50%), entre os com Ensino Fundamental (de 60% para 73%), entre as mulheres (de 73% para 85%) e nas classes DE (de 57% para 67%). O Brasil chegou a 152 milhões de usuários de Internet, 81% da população com 10 anos ou mais. Pela primeira vez, o levantamento identificou proporção maior de domicílios com acesso à rede (83%) do que de indivíduos usuários (81%). Na comparação com 2019, o aumento foi de 12 e 7%, respectivamente. (Veja mais em Convergência Digital. Dados do TIC Domicílio 2020, pesquisa divulgada pelo CETIC.br. Acesso em 28.8.21)

Metade das empresas brTikTok teve três vezes mais downloads que YouTube em 2020. A plataforma de compartilhamento de vídeo TikTok registrou crescimento significativo desde 2020, apesar de enfrentar desafios como questões de privacidade. Mas o crescimento fez com que o aplicativo registrasse mais downloads, ultrapassando outras plataformas estabelecidas. O TikTok foi o aplicativo de vídeo móvel mais popular em 2020 globalmente, com 660,12 milhões de downloads no Google Play e na Apple App Store combinados. O Likee, de Cingapura, está atrás do TikTok, com 270,3 milhões de downloads, enquanto o SnackVideo está em terceiro lugar, com 233,57 milhões de downloads. Apesar do forte apoio à marca e da longevidade na indústria, o YouTube está em quarto lugar, com 222,7 milhões de downloads. O UVideo teve o décimo maior número de downloads, 74,95. (Veja mais em Convergência Digital. Dados do portal de finanças Finbold, baseados em AppMagic e Statista. Acesso em 28.8.21)

Metade das empresas brasileiras está longe da transformação digital. Um ano e cinco meses depois do começo da pandemia de Covid-19, que acelerou a digitalização dos negócios por conta do isolamento social, metade das empresas brasileiras está longe da transformação digital. 73% afirmam ter negócios orientados por dados, mas apenas 28% admitem que conseguem tratá-los de forma adequada. A explosão no volume, velocidade e variedade de dados gerados, em vez de oferecer vantagem competitiva, tem desafiado as organizações, por uma combinação de barreiras: falta de conhecimento e ferramentas adequadas, dificuldade de integração (silos) e riscos associados à privacidade e segurança. Apenas uma em cada cinco corporações sabe gerenciar seus dados e uma em cada duas empresas enfrenta silos de negócios e tem dificuldade em compartilhar dados relevantes. Apenas uma em cada 10 empresas promove iniciativas para democratizar o acesso aos dados. O custo influencia o que faz as empresas repensarem seus projetos, com a desvalorização do real frente ao dólar. E também o custo da logística aumentou e há a escassez de componentes. O levantamento separou as empresas em quatro grupos, de acordo com o estágio de maturidade na gestão de dados sob o ponto de vista de tecnologias/processos e cultura/conhecimento: • Novatas de Dados – estão sobrecarregadas com o volume e a variedade de dados e precisam da otimização dos conhecimentos e infraestrutura para lidar com eles; • Técnicas de Dados – prontas para transformar dados em insights, usando multicloud e modelo de serviço para processar dados na ponta, mas precisam otimizar os conhecimentos e a cultura para gestão de dados; • Entusiastas de Dados – investem em conhecimentos e cultura focados em dados, mas precisam melhorar a infraestrutura e os processos; • Campeãs de Dados – têm capacidade de transformar os dados em insights para o negócio usando multicloud e modelo de serviço para processar dados na ponta, e investem em conhecimentos e cultura focados em dados. No Brasil, 23% das empresas entrevistadas foram classificadas como Campeãs de Dados – o número é quase o dobro da média mundial, de 12% -, mas a maioria (47%) ainda se encontra na fase de Novatas de Dados, 18% se posicionam como Entusiastas e 12% como Técnicas. (Veja mais em Convergência Digital. Dados do estudo Data Paradox encomendado pela Dell Technologies a Forrester Consulting, gerado a partir de pesquisa com mais de 4 mil diretores e tomadores de decisão em empresas de 45 países, incluindo do Brasil, realizada em maio. Acesso em 28.8.21)

No Brasil, PC doméstico tem 27% de chance de esbarrar em malware. Em cerca de 13 mil entrevistados por pesquisa em 9 países afirmaram que preferem consumir produtos de varejistas que oferecem maior variedade de métodos de pagamentos digitais. A relação de fidelidade destes consumidores com a marca é maior quando têm acesso a benefícios como cartões-presente, pagamentos via QR Code e carteiras digitais: 74% dos participantes brasileiros afirmaram que utilizariam métodos de pagamentos digitais se recebessem benefícios como brindes ou descontos. 56% dos brasileiros disseram que se fidelizariam a esses meios se recebessem mais informações e benefícios práticos. Por exemplo, 32% dos entrevistados brasileiros afirmaram que, ao receberem um cartão-presente, estão inclinados a comprar itens mais caros do que o valor recebido, utilizando o cartão como parte do pagamento. E 73% dos entrevistados afirmaram que formas de pagamento mais rápidas e seguras utilizadas no meio online serão atrativos para suas decisões de compra em lojas físicas. A probabilidade de um usuário doméstico encontrar malware para PC é de 26,92%. Em comparação com a média global, os usuários domésticos brasileiros têm um risco ligeiramente menor de encontrar todos os tipos de ameaças. Os usuários domésticos em todo o mundo têm uma chance de 29,39% de encontrar malware para PC, aumento de cerca de 5% em relação ao ano anterior. As chances dos usuários serem alvo de ameaça avançada são menores, mas a proporção é semelhante a todas as ameaças, com os consumidores tendo 5% de chance de encontrar uma ameaça avançada (4,61% no ano anterior). O relatório também analisa a possibilidade dos usuários enfrentarem ameaças ‘avançadas’, as quais a Avast define como mais sofisticadas ou nunca vistas, projetadas para contornar as tecnologias comuns de proteção que são incluídas em software de segurança, como assinaturas, heurísticas, emuladores, filtragem de URL e escaneamento de e-mail. Para esse tipo de ameaça, os usuários domésticos brasileiros têm uma taxa de risco de 5,46%, que é maior do que a média global. (Veja mais em Convergência Digital. Dados de Relatório de Risco Global para PC da Avast. Acesso em 25.8.21)

No Brasil, 74% esperam brinde ou desconto por pagamento digital. Em cerca de 13 mil entrevistados em 9 países afirmaram que preferem consumir produtos de varejistas que oferecem uma maior variedade de métodos de pagamentos digitais. A relação de fidelidade destes consumidores com a marca é maior quando eles têm acesso a benefícios como cartões-presente, pagamentos via QR Code e carteiras digitais: 74% dos participantes brasileiros afirmaram que utilizariam métodos de pagamentos digitais se recebessem benefícios como brindes ou descontos. 56% dos brasileiros que participaram das entrevistas disseram que se fidelizariam a esses meios se recebessem mais informações e benefícios práticos. Por exemplo, 32% dos entrevistados brasileiros afirmaram que, ao receberem um cartão-presente, estão inclinados a comprar itens mais caros do que o valor recebido, utilizando o cartão como parte do pagamento. E 73% dos entrevistados afirmaram que formas de pagamento mais rápidas e seguras utilizadas no meio online serão atrativos para suas decisões de compra em lojas físicas. (Veja mais em Convergência Digital. Dados de pesquisa global publicada pela empresa Blackhawk Network. Acesso em 31.7.21)

Open Banking: Brasileiro se preocupa com crime financeiro e dados anônimos. Crime financeiro e dados anônimos são as maiores preocupações reveladas pelos 1000 brasileiros ouvidos pela pesquisa TecBan, feita pela Ipsos, sobre Open Banking no Brasil de 04 a 10 de junho. Os crimes financeiros preocupam 49% dos entrevistados – em 2020, o percentual era 48%. Com relação a anonimização dos dados, a preocupação cresceu do ano passado para este ano, passando de 39% para 43%. Embora ainda haja receio por parte das pessoas, 40% dos entrevistados disseram que compartilhariam suas informações financeiras com um provedor terceiro que não seja o banco com o qual já tem relacionamento e 66% concordam que os serviços enquadrados como soluções que podem ser criadas a partir do open banking são relevantes, como as ferramentas de comparação inteligente, aplicativo financeiro “tudo-em-um” e acelerador de processos de aplicação. O uso da tecnologia não parece ser uma barreira na adoção do open banking no país. Isto porque 71% dos entrevistados se mostrou favoráveis ao uso de novas tecnologias. A preocupação com a segurança dos dados é real, mas ganhou respaldo com a LGPD. A primeira fase do Open Banking teve início em fevereiro deste ano. A segunda começa no próximo dia 13 de agosto. (Veja mais em Convergência Digital. Acesso em 31.7.21)

Telecom somou 2,6 milhões de transações fraudulentas no 1º semestre. Os segmentos de e-commerce, telecomunicações e mercado financeiro sofreram mais tentativas de fraudes no primeiro semestre de 2021, com 2,6 milhões de transações potencialmente fraudulentas. A análise de 182 milhões de transações com cartão de crédito identificou R$ 2,6 bilhões em fraudes tentadas no primeiro semestre, sendo a maior parte delas no comércio online. A categoria de produto mais fraudado segue sendo a dos celulares, respondendo por 5,1% das tentativas de fraude, seguido por produtos eletrônicos (4,9%) e games (4,2%). No setor de telecomunicações foram revisadas mais de 8,5 milhões de propostas e contratos no primeiro semestre e 463 mil tentativas de fraudes, 5,4% do total. Entre os golpes nessa área, destacam-se o uso indevido de dados, desvio de equipamentos, venda indevida de produtos ou serviços, redução indevida de fatura e upsell de serviços não contratados, entre outros. No mercado financeiro foram analisadas quase de 21 milhões de propostas e as tentativas de fraude chegaram a 667 mil. Ou seja, 3,2% de todas as transações nesse setor foram golpes tentados em processos como abertura de contas, emissão de cartões, empréstimo pessoal e CDC por meios digitais. (Veja mais em Convergência Digital. Dados do Mapa da Fraude da ClearSale. Acesso em 31.7.21)

Internet nas escolas: Pandemia aumentou a desigualdade do acesso à banda larga. 99,3% das escolas brasileiras suspenderam as atividades presenciais durante a pandemia de covid-19. Pouco mais de 53% das escolas públicas conseguiram manter o calendário letivo original para 2020. Por outro lado, cerca de 70% das escolas privadas seguiram o cronograma previsto. 90,1% de escolas brasileiras não retornaram às atividades presenciais no ano letivo de 2020, sendo que, na rede federal, esse percentual foi de 98,4%, seguido pelas escolas municipais (97,5%), estaduais (85,9%) e privadas (70,9%). Diante desse contexto, mais de 98% das escolas do País adotaram estratégias não presenciais de ensino. A comunicação direta entre aluno e professor, por e-mail, telefone, redes sociais e aplicativo de mensagem foi a estratégia mais adotada para manter contato e oferecer apoio tecnológico junto aos estudantes. Em seguida, está o uso desses canais de comunicação com a escola. Em seguida, a disponibilização de equipamentos, como computador, notebooks, tablets e smartphones aos estudantes; e o acesso gratuito ou subsidiado à internet em domicílio. Entre as medidas, oferta de materiais de ensino-aprendizagem na internet, seguida de avaliações e testes realizados, remotamente, pela internet. A realização de reuniões virtuais para planejamento, coordenação e monitoramento das atividades foi a estratégia mais adotada pelos professores para dar continuidade ao trabalho durante a suspensão das aulas presenciais, no Brasil. Na rede estadual, 79,9% das escolas treinaram os professores para usarem métodos ou materiais dos programas de ensino não presencial. Na rede municipal, 53,7% fizeram o treinamento. Ao todo, 43,4% das escolas estaduais disponibilizaram equipamentos, como computador, notebooks, tablets e smartphones, aos docentes. No caso das municipais, esse percentual é de 19,7%. 15,9% das escolas da rede estadual adotaram medidas para o acesso gratuito ou subsidiado à internet em domicílio; na rede municipal, o número registrado foi de 2,2%; 21,9% das escolas privadas retornaram às aulas com a realização concomitante de atividades presenciais e não presenciais, ensino híbrido. A estratégia também foi recomendada pelo CNE. Na rede pública, 4% das escolas adotaram essa medida. (Veja mais em Convergência Digital. Dados de pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, INEP. Acesso em 31.7.21)

Telemedicina atendeu 7,5 milhões no Brasil a partir da nova lei. Um ano de vigência da Lei 13.989/20, que abriu caminho para a disseminação da telemecidina e mais de 7,5 milhões de atendimentos foram feitos à distância, por mais de 52,2 mil médicos no Brasil. Desses, 87% foram primeiras consultas. A resolutividade foi de 91%, pacientes que não precisaram recorrer ao pronto-socorro em segunda instância. Estimativas apontam que 75 mil vidas podem ter sido salvas no Brasil com a telemedicina. A telemedicina é definida como o exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, pesquisa, prevenção de doenças e lesões e promoção de saúde. O médico deve informar o paciente sobre limitações próprias do uso da telemedicina, já que não é possível realizar exame físico durante a consulta. Levantamento feito em 40 países pela empresa de computação em nuvem Sinch apontou que 38% de 2,8 mil entrevistados utilizaram a telemedicina durante a pandemia de Covid-19. Percentuais mais altos foram identificados na Índia (65%), EUA (48%) e Brasil (43%). (Veja mais em Convergência Digital. Dados da Associação Brasileira de Empresas de Telemedicina e Saúde Digital. Acesso em 31.7.21)

Internet representa metade do faturamento para os MEI. Um terço dos microempreendedores individuais (MEI) já tira mais da metade do faturamento com vendas pela internet. Entre os donos de micro e pequenas empresas esse percentual cai para 22%. Ainda de acordo com esse levantamento, mais da metade dos microempreendedores individuais do Turismo alegaram ter mais de 50% das vendas oriundas da internet, seguidos pelos da Economia Criativa (46%), Indústria Alimentícia (45%) e Artesanato (43%). O Whatsapp é a ferramenta preferida pelos empreendedores que se inseriram no mundo virtual, com 84% de adeptos. Cerca de 90% das empresas que exercem atividades como Artesanato, Beleza e Moda, e que digitalizaram sua comercialização, usam esse recurso para vender seus produtos e serviços. Instagram e Facebook são as próximas opções, com 54% e 51%, respectivamente e apenas 23% dos negócios vendem por sites próprios. O Sebrae estima que vender pela internet foi um dos caminhos encontrados por cerca de 70% dos donos de pequenos negócios para driblar a crise, que obrigou que diversos estados determinassem medidas restritivas para conter a proliferação da Covid-19. (Veja mais em Convergência Digital. Dados da11ª edição da pesquisa “O Impacto da pandemia do coronavírus nos Pequenos Negócios”, realizada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Acesso em 17.7.21)

Home Office foi realidade para apenas 11% dos trabalhadores no Brasil. Os brasileiros que trabalharam de forma remota entre maio e novembro de 2020 chegou a 8,2 milhões de pessoas, 11% dos 74 milhões de profissionais que continuaram a trabalhar durante a pandemia de covid-19. Mulheres (56%), brancos (65,6%) e profissionais de nível superior (74,6%) foram a maioria dos trabalhadores em home office. O perfil da população em trabalho remoto diverge da composição da população brasileira, formada por 51,1% de mulheres, 54,7% de pretos ou pardos e 13,1% de pessoas com nível superior. Os 74 milhões de trabalhadores citados são a parte dos 83 milhões de brasileiros que tinham ocupação nesse período e continuaram trabalhando. Entre os 9,2 milhões que se afastaram do trabalho, 6,5 milhões o fizeram por causa do distanciamento social. Em termos de faixa etária, os trabalhadores de 30 a 39 anos responderam por 31,8% dos que declararam estar em home office. Já na comparação do setor público com o setor privado, o último concentrou 63,9% do total de profissionais em trabalho remoto. Sobre cada setor da economia, a educação privada foi o que atingiu o maior percentual de trabalhadores em teletrabalho: 51%. Esse percentual foi de 38,8%, no caso do setor financeiro privado, e de 34,7% na atividade de comunicação privada. Por outro lado, os menores percentuais estavam nas atividades de agricultura (0,6%), logística (1,8%) e alimentação (1,9%). Entre os funcionários públicos, a esfera federal teve 40,7% dos trabalhadores em regime de home office, enquanto a estadual, 37,1%, e a municipal, 21,9%. No setor público como um todo, 52,2% dos trabalhadores em home office eram profissionais de ensino. Os menores percentuais foram verificados entre policiais (0,5%) e profissionais de saúde (2,1%). A maior parte dos trabalhadores em home office em 2020 foi da região Sudeste (58,2%), seguida por Nordeste (16,3%), Sul (14,5%), Centro-Oeste (7,7%) e Norte (3,3%). (Veja mais em Convergência Digital. Dados do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referentes ao período de maio a novembro e coletados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Covid-19). Acesso em 17.7.21)

KPMG: consumidores estão preocupados com dados pessoais e cobram ética dos fornecedores. 98% dos entrevistados de pesquisa disseram estar preocupados com seus dados pessoais e com o que acontece com eles; a ampla maioria (90%) está disposta a pagar mais por varejistas éticos; a maioria (79%) dos consumidores está preocupada com a situação econômica global; e mais da metade (63%) entende que, como resultado da pandemia, o valor é diferenciador na escolha de produtos ou serviços. Após o início da pandemia os clientes estão mais propensos a acreditar que as organizações estão gerenciando, atendendo e superando melhor as expectativas dos consumidores. No Brasil, o setor de restaurantes e fast food é líder global em experiência do consumidor, o que pode ter sido influenciado pela pandemia, pois este setor inclui serviços de entrega de alimentos on-line, que registraram aumento expressivo de demanda durante o período. Além disso, o Brasil enfrenta um paradoxo de digitalização e personalização. Por um lado, os clientes clamam por experiências digitais mais rápidas e eficientes. Por outro, querem se sentir especiais e gostam quando as marcas se comunicam de maneira clara e direta. Fatores como marca, propósito e reputação entram nas tomadas de decisão na mesma medida que segurança, conveniência e confiabilidade. Integridade e confiança são temas considerados cada vez mais relevantes para os consumidores. As marcas foram classificadas de acordo com os seis pilares da excelência da experiência do cliente (Personalização, Integridade, Expectativas, Resolução, Tempo, e Esforço e Empatia) para identificar os líderes de cada país. Expectativas foi o pilar com maior crescimento (4%), o que sugere que as expectativas dos consumidores com as marcas com que se relacionam foram redefinidas pelos efeitos da pandemia. O dado também indica que as organizações estão estabelecendo e atendendo às expectativas, muitas vezes resultando em experiências surpreendentes relevantes. Os entrevistados também demonstraram que estão adaptados para responder a requisitos novos e emergentes dos clientes no futuro. Muitos são de organizações recém-estabelecidas que já tinham culturas de resolução de problemas de clientes antes da pandemia e investiram em ferramentas digitais para facilitar a vida dos clientes. Ainda assim, os efeitos da pandemia continuam sentidos mundialmente e as organizações precisarão se antecipar e se preparar para as mudanças nas necessidades, comportamentos e preferências dos seus clientes. O conteúdo também chegou às seguintes conclusões:- A experiência do cliente está melhorando globalmente. 17 dos 19 mercados incluídos antes tiveram aumento na métrica de experiência do cliente em relação a 2020. – Custo e valor são agora determinantes-chave para apoiar a defesa e a lealdade, ao contrário dos anos anteriores, onde tiveram menor impacto. Além disso, as marcas são percebidas como oferecendo mais valor pelo dinheiro, com os resultados revelando aumento de 3%. – As marcas mais bem classificadas superaram a média do mercado em cada um dos Seis Pilares. Na verdade, a marca com melhor classificação em cada mercado superou entre 10% e 12% a respectiva pontuação média de mercado para cada pilar. – Varejo não alimentício é o setor de melhor desempenho para a experiência do cliente em 2020, seguido por Serviços Financeiros. – Doze das empresas líderes são organizações financeiras, sendo que a maioria fornece serviços tradicionais; nenhuma dessas empresas, porém, funciona de maneira tradicional, mas se concentram em fazer a diferença na vida dos clientes e são impulsionadas por objetivos éticos e sustentáveis. – Logística foi o setor que registrou maior aumento no desempenho em 2020 (6%), sugerindo que as expectativas de entregas dos clientes mudaram de acordo com o ambiente atual para serviços de entrega em domicílio como padrão. (Veja mais em Convergência Digital. Dados da “Pesquisa Global de Excelência da Experiência do Consumidor 2020”, Global Customer Experience Excellence Research 2020, em inglês, conduzida pela KPMG. O estudo ouviu 101.162 consumidores de 27 países, regiões e jurisdições, os quais avaliaram 2.060 marcas exclusivas de diversos setores para determinar quais organizações estão oferecendo experiências de cliente diferenciadas. A pesquisa “Global Customer Experience Excellence Research”, da KPMG, está disponível na íntegra no link – https://home.kpmg/xx/en/home/insights/2020/01/home.html. Acesso em 17.7.21)

Nove em cada 10 provedores Internet oferecem acesso por fibra ótica. A fibra ótica é a tecnologia mais usada pelos provedores de internet para a oferta de serviços. A estimativa é que 6.401 empresas tenham acesso via fibra ótica, salto em relação às 2.416 de 2017. 91% dos ISPs têm fibra ótica e 73% que têm acesso sem fio wireless via frequência livre — mudança em relação à edição da pesquisa de 2017, quando 78% tinham fibra e 84% rádio. A fibra ótica está em todas as regiões do país, mas no Nordeste a maior presença ainda é de cabo UTP. Aumentou o número de ISPs conectados em algum PTT ou IX, passando de 1.289 em 2017 para 2.442, em 2020. Há, contudo, menor participação de provedores de pequeno porte e do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A pesquisa ressaltou o crescimento de ISPs em PTTs, sendo 115% no Norte; no Nordeste, 122%; no Sudeste, 99%; no Sul, 50%; e no Centro-Oeste, 70%. 53% dos provedores com menos de cem acessos afirmaram que não estão em algum PTT ou IX devido ao alto custo da infraestrutura de transporte. Com relação à IPv6, ainda há menor entrega entre provedores com menos de 300 acessos, mas o número de ISPs que entregam Ipv6 passou de 922, em 2017, para 3.102 em 2020. O maior crescimento da ativação do Ipv6 foi entre provedores de 301 a mil acessos. A falta de equipamentos apropriados e de pessoal capacitado são os motivos mais citados para a não entrega de IPv6. Sobre segurança, 1.793 provedores com declaração de acessos afirmaram ter sofrido ataques de negação de serviços. Além disso, 35% dos provedores que receberam ataques tiveram serviços paralisados e 51% continuaram operando com lentidão. A pandemia de COVID-19 e o distanciamento social obrigaram as empresas do segmento a marcar mais presença no ambiente digital. Em 2020,84% possuía website, com destaque para os do Sudeste (90%) e Sul (87%). 69% que declararam acessos comercializaram serviços usando a rede. 60% revelaram ter vendido produtos e serviços por aplicativos de mensagem instantânea, e 51% disseram ter pago anúncios online – proporção que cresce de acordo com o aumento no número de acessos do provedor, chegando à totalidade nos grandes provedores. (Veja mais em Convergência Digital. Dados do TIC Provedores 2020, de abrangência nacional, com público-alvo de empresas com licença da Anatel para prestar Serviços de Comunicação Multimídia (SCM), provedoras de acesso à Internet no Brasil. Dados de 7007 empresas com declaração de acessos à Anatel, mas a estimativa do CETIC.br é de 12.826 dessas empresas em atividade no país. Acesso em 10.7.21)

Brasileiros admitem que seus dados não estão seguros na Internet. Apesar de 92% dos brasileiros saberem que as empresas com as quais interagem guardam algum tipo de informação sobre seus hábitos de consumo e lazer, eles temem pela segurança de seus dados no ambiente digital. Em uma escala de 1 a 10 em que 10 é muito seguro, 5,1 é a nota média dada para o quanto os entrevistados consideram que suas informações estão seguras na internet. As redes sociais foram considerados os ambientes menos confiáveis, enquanto hospitais, clínicas de exames médicos, escolas e faculdades são as instituições em que os pesquisados mais confiam. Apenas 13% avaliam que seus dados estão muito seguros e para 21% eles estão inseguros. Quase 70% dos entrevistados sabem que quando acessam uma rede social, compram pela internet ou fazem transações financeiras online os dados ficam armazenados por essas empresas e podem ser úteis para direcionar melhor ofertas, benefícios e monitorar hábitos de consumo. O medo de ataques cibernéticos é alto, 73% do público informou já ter sofrido algum tipo de ameaça digital como recebimento mensagens falsas de empresas e senhas roubadas. Por isso, muitos dos entrevistados adotam medidas adicionais de segurança. Mais de 80% disseram que evitam clicar em links suspeitos enquanto 75% evitam utilizar redes públicas de wi-fi e 64% possuem senhas diferentes para cada conta ou aplicativo. (Veja mais em Convergência Digital. Dados de pesquisa encomendada pela Mastercard ao Instituto Datafolha entre os dias 5 e 8 de janeiro de 2021 com 1.517 pessoas com idade entre 16 anos ou mais. Acesso em 4.7.21)

Febraban: Maior parte dos brasileiros ‘só ouviu falar’ da LGPD. A grande maioria dos brasileiros já sofreu tentativa de fraude de seus dados pessoais ou conhece alguém que tenha sido vítima desse crime. A maior parte também teme violação de seus dados pessoais. E mais grave: apenas 11% das pessoas afirmam conhecer “muito bem” as leis de proteção de dados e 45% acham que conhecem “mais ou menos”. Outros 31% conhecem “pouco” e 11% não conhecem “nada”. Em relação direta à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), 9% dizem conhecer muito bem e 28% conhecem mais ou menos; a maioria (60%) conhece só de ouvir falar (33%) ou não conhece (27%). Quanto à Lei 14.155 que prevê punições mais severas para fraudes e golpes em meios eletrônicos: 6% conhecem muito bem e 30% conhecem mais ou menos; 61% conhecem só de ouvir falar (35%) ou não conhecem (26%). A percepção majoritária dos entrevistados é que a legislação atual é pouco eficiente (50%) ou ineficiente (16%). Só 5% consideram a legislação muito eficiente e 24%, eficiente. Essa opinião está alinhada à expectativa de endurecimento das leis: 76% desejam que a regulamentação seja mais dura, contra 10% que acham que as regras legais deveriam ser mais leves. Para 91% dos entrevistados, a violação dos dados pessoais aumentou durante a pandemia. Nos últimos 12 meses, os próprios entrevistados ou familiares foram vítimas desses crimes, sendo as situações mais comuns as que envolvem recebimento de mensagens ou ligação telefônica com solicitação fraudulenta de dados pessoais ou bancários (43%) e pedido de depósito ou transferência de dinheiro para amigo ou parente (34%). Também foram citadas a cobrança fraudulenta ou compra indevida no cartão de débito ou crédito (29%); a invasão do e-mail ou das redes sociais, com alguém assumindo o controle de sua conta sem permissão (18%); a clonagem de celular ou WhatsApp (18%); a tentativa de abertura de linha de crédito ou solicitação de empréstimo usando seu nome (15%); e a invasão e acesso a dados bancários (14%). A grande maioria das pessoas analisadas (86%) diz ter medo de ser vítima de fraudes ou violações de seus dados pessoais. E um terço disse acreditar que está menos segura em relação a seus dados pessoais (33%). 54% estimam que, nos próximos cinco anos, essa segurança dos dados pessoais vá evoluir. A maioria (53%) acha que tem controle – muito (14%) ou algum (39%) – sobre seus dados; mas uma grande parcela (44%) acredita ter pouco (28%) ou nenhum controle (16%). Apesar da maioria achar que tem controle sobre seus dados, essa vigilância e captação de informações por empresas e governos geram expressiva preocupação: 75% dos entrevistados se dizem preocupados sobre como as empresas e instituições utilizam esses dados, percentual maior se comparado aos governos (69%). Apenas 23% não estão preocupados ou pouco preocupados como os dados são usados pela iniciativa privada, sentimento próximo ao registrado em relação aos governos (28%). Entre os entrevistados, a maioria também considera que a privacidade nos meios eletrônicos é mito (59%) e que suas informações podem ser acessadas por outros. Cerca de 79% dessas pessoas mostraram preocupação em como as empresas e instituições têm utilizados seus dados pessoais, percentual maior do que a preocupação em relação aos governos (60%). Os ataques de phishing, tentativas de roubo de senhas e de dados pessoais pela internet, cresceram 100% no primeiro bimestre de 2021 em relação a 2020. Os golpes da falsa central telefônica e do falso funcionário do banco cresceram 340%. (Veja mais em Convergência Digital. Dados de pesquisa feita pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) entre 18 e 25 de junho com 3 mil pessoas nas cinco regiões do país. Acesso em 4.7.21)

Quase metade dos brasileiros usou telemedicina durante a pandemia de Covid-19. 38% de amostra global de pesquisa utilizou a telemedicina durante a pandemia de Covid-19. Os percentuais mais altos foram na Índia (65%), Estados Unidos (48%) e Brasil (43%). Dentre os adeptos das consultas online, 71% começaram a cuidar da saúde com ferramentas digitais durante a pandemia. No Brasil, 65% da população que não utiliza a telemedicina a considera útil, mas não tiveram oportunidade de experimentá-la porque seus planos de saúde não oferecem consultas virtuais. A pandemia fez com que muitas pessoas repensassem seus hábitos a longo prazo. De acordo com os dados coletados pela Sinch, 58% vão evitar aglomerações mesmo com o fim da pandemia, 52% vão evitar viagens desnecessárias e 49% vão fazer compras online com mais frequência. O aproveitamento de cada recurso tecnológico para o cuidado com a saúde varia em cada país. No Brasil, 43% utilizam canais digitais para agendar consultas, 50% para confirmar agendamentos e 17% para avaliações médicas. 46% foram alertados por mensagens móveis sobre casos de COVID-19 em suas regiões, enquanto 23% receberam comunicados enviados por planos de saúde. Além da nacionalidade,a idade impacta a relação do usuário com a tecnologia nos cuidados com a saúde. Os millennials (nascidos entre 1981 e 1996) são mais propensos a usarem smartphones para interações de saúde. 44% dos jovens desta geração fizeram consultas médicas online. Entre os usuários da Geração X (1965-1980) e Baby Boomers (1946-1964), o número diminui para 35% e 22%. (Veja mais em Convergência Digital. Dados de pesquisa realizada pela empresa de computação em nuvem Sinch, com 2,8 mil pessoas de mais de 40 países, entre eles, o Brasil. Acesso em 19.6.21)

Só um em cada quatro museus do Brasil tem acervo na internet. Só 38% dos museus permitem acesso digital ao acervo, sendo que apenas 25% disponibilizam online. O acesso do público a esses materiais se dá nais na instituição (30%), e não remotamente por meios digitais, como em plataformas ou redes sociais (15%), site da instituição (13%) ou, repositórios de acervos digitais (12%). A proporção dos que não utilizaram computador e internet nos 12 meses anteriores à pesquisa era maior entre bens tombados, bibliotecas e museus. Em 2020, cerca de um quarto das bibliotecas (25%) e museus (23%) e dois quintos dos bens tombados (40%) não faziam uso da rede. A falta de infraestrutura de acesso na região foi mencionada por 15% dos responsáveis pelas bibliotecas e 11% dos responsáveis pelos bens tombados e pelos museus como motivos para o problema. O custo da conexão, por 14% dos gestores de bens tombados, 10% de museus e 9% de bibliotecas. Cerca de metade dessas instituições possuía infraestrutura para o acesso às tecnologias digitais pela população. Os recursos disponíveis nos websites são mais para publicar informações institucionais, como endereço, contato e horário de funcionamento; programação e notícias sobre os espaços culturais. Já atividades online – como visitas virtuais ou transmissão de vídeos ao vivo/ streaming – eram menos ofertados, embora tenha havido aumento deste último no período, sobretudo, entre arquivos (23%), teatros (18%) e museus (9%). Nas redes sociais, anúncios sobre programação e postagens de fotos das atividades foram bastante difundidos entre todos os tipos de equipamentos culturais investigados, sendo um pouco menos comum o compartilhamento de registros em vídeos ou áudios. Na oferta de serviços remotos, a realização de oficinas ou atividades de formação a distância foi incipiente, tendo alcançado em 2020 23% dos arquivos e 21% dos pontos de cultura, com ainda menores proporções entre os demais tipos de equipamentos culturais. A venda de produtos ou serviços pela Internet teve destaque apenas entre cinemas (58%) mas, mesmo entre estes, a venda ou reserva de ingressos online não chegou a um terço das instituições (31%). A pesquisa foi planejada no início de 2020, e a coleta dos dados começou em fevereiro, portanto, antes da crise sanitária. Embora não tivesse como meta capturar os efeitos da pandemia, apresenta resultados relevantes nesse contexto, ao diagnosticar o preparo das instituições esse cenário. (Veja mais em Convergência Digital. Dados de pesquisa do NIC.br, TIC Cultura, que entrevistou 2.193 responsáveis por arquivos, bens tombados, bibliotecas, cinemas, museus, pontos de cultura e teatros. Acesso em 19.6.21)

Trabalho remoto e tecnologias inadequadas dificultaram ações antifraude. As atuais tecnologias antifraude foram insuficientes para 59% das companhias do mundo se adaptarem às mudanças no comportamento do consumidor provocadas pela pandemia. O levantamento, que inclui o Brasil, indica que a maioria das empresas pretende implantar programas antifraude nos próximos anos. A maioria dos executivos entrevistados (61%) apontou que a adoção em larga escala do trabalho remoto nos varios países teve um grande impacto na prevenção efetiva de fraudes e crimes financeiros em suas organizações durante os últimos 12 meses. Cerca de 69% das instituições decidirm adotar planos estratégicos para integrar funções ou compartilhar recursos de sistemas antifraude e de combate à lavagem de dinheiro. Sendo que 50% têm planos para os próximos três anos. Os principais desafios são a velocidade para implementar novos modelos (61%), atualizar as plataformas existentes (57%), o desempenho das atuais plataformas (51%), o uso de vários sistemas em processos operacionais (46%) e o custo dos sistemas de tecnologia (41%). (Veja mais em Convergência Digital. Dados de levantamento global feito pela empresa de pesquisas Omdia em parceria com a FICO, no qual foram entrevistados 100 principais executivos de tecnologia e compliance de grandes instituições financeiras do Brasil, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Alemanha e países nórdicos. Acesso em 19.6.21)

Banda larga fixa perde quase 700 mil acessos ativos em abril. Foram perdidas 678.597 mil linhas ativas de banda larga fixa em abril de 2021, com as empresas de pequeno porte sofrendo o pior baque. Em março, elas contabilizaram 14.950.470 milhões de acessos ativos, e fecharam abril com 14.285.337 milhões. As grandes prestadoras mantiveram os números em 2021. Não há como avaliar as razões da queda de assinantes, mas há a concorrência do streaming e a piora da economia nacional. Em abril, as prestadoras de grande porte fecharam com 22.172.665 milhões, enquanto em março responderam por 22.168.129 milhões de acessos. Em abril, o cabo coaxial ficou cm 9.424.457 milhões de acessos. O rádio respondeu por 1.669. 511 milhões e o satélite ficou com 329.039 mil acessos. No ranking nacional, a Claro, com a NET, segue na primeira posição com 9,80 milhões de acessos banda larga, mas registrou uma queda de 8,8 mil clientes. A Vivo aparece na segunda posição com 6,36 milhões de clientes, mas com perda de 16 mil acessos no quarto mês do ano. A Oi fechou com 5,16 milhões e, ao contrário das rivais, adicionou 24 mil clientes. A TIM ficou com 670 mil clientes. Entre as empresas de pequeno porte, a Brisanet aparece com 697.064 mil assinantes, ficando bem próxima da Algar, com 717.479 mil e na primeira posição no ranking nacional. (Veja mais em Convergência Digital. Dados da Anatel. Acesso em 19.6.21)

Somente 3,2% das escolas têm qualidade de internet para aulas online no Brasil. Apenas 3,2% das escolas do Brasil cadastradas na plataforma desenvolvida pelo NIC.br têm velocidade adequada, em padrão internacional, para oferecer aulas online. Na tentativa de mudar o cenário, a Lemann e o NIC.br lançaram a campanha Nossas Escolas Conectadas 2021, para apoiar secretarias de Educação e escolas de todo o país a instalar a ferramenta, que é gratuita. O Simet é usado em 27 mil das 140 mil escolas públicas do país. Mas os novos hábitos provocados pela pandemia de Covid-19 intensificaram os conteúdos online. E mesmo com o retorno em modelo híbrido, parte via internet, parte presencial, exige maior qualidade das conexões. De acordo com o Censo, 75% das unidades educacionais brasileiras possuem conexão à internet. Mas, segundo os dados do Simet, a velocidade média é de 17 Mbps. A Lemann aponta que para chamadas de vídeo entre professor e alunos em casa, o ideal seriam conexões de 100 Mbps. Os dados colhidos pelo Simet são públicos e registrados em um Mapa Nacional de Conectividade, em que secretários e diretores podem consultar os números de velocidade e outras informações sobre a internet da cada escola. (Veja mais em Convergência Digital. Dados de levantamento da Fundação Lemann com base nos dados disponíveis pelo Censo 2020 e pelo Medidor Simet e da Agência Brasil. Acesso em 19.6.21)

Somente 3,2% das escolas têm qualidade de internet para aulas online no Brasil. Apenas 3,2% das escolas do Brasil cadastradas na plataforma desenvolvida pelo NIC.br têm velocidade adequada, em padrão internacional, para oferecer aulas online. Na tentativa de mudar o cenário, a Lemann e o NIC.br lançaram a campanha Nossas Escolas Conectadas 2021, para apoiar secretarias de Educação e escolas de todo o país a instalar a ferramenta, que é gratuita. O Simet é usado em 27 mil das 140 mil escolas públicas do país. Mas os novos hábitos provocados pela pandemia de Covid-19 intensificaram os conteúdos online. E mesmo com o retorno em modelo híbrido, parte via internet, parte presencial, exige maior qualidade das conexões. De acordo com o Censo, 75% das unidades educacionais brasileiras possuem conexão à internet. Mas, segundo os dados do Simet, a velocidade média é de 17 Mbps. A Lemann aponta que para chamadas de vídeo entre professor e alunos em casa, o ideal seriam conexões de 100 Mbps. Os dados colhidos pelo Simet são públicos e registrados em um Mapa Nacional de Conectividade, em que secretários e diretores podem consultar os números de velocidade e outras informações sobre a internet da cada escola. (Veja mais em Convergência Digital. Dados de levantamento da Fundação Lemann com base nos dados disponíveis pelo Censo 2020 e pelo Medidor Simet e da Agência Brasil. Acesso em 19.6.21)

Brasil é o país mais influenciado por conteúdos de redes sociais. A penetração de conteúdos entre os usuários únicos de redes sociais no Brasil alcança 97%, o índice mais alto do mundo, ultrapassando países como China, Índia e Estados Unidos. Conteúdos relacionados à educação e finanças foram os que mais cresceram em interações, 60% e 47%. E devido ao distanciamento social imposto pela pandemia, menções sobre alimentação (+30%) e cuidados com casa e jardim (+28%) também concentraram mais interações. Já os segmentos de lazer e turismo apresentaram queda de 38% nas respostas dos usuários. As ações sinalizadas com o handshake de “parceria paga por” cresceram 13% no Facebook e 48% no Instagram na relação ano a ano. Já os publiposts sinalizados com hashtags #ad #publi #publipost #promo cresceram 101% na análise cross plataformas. O engajamento nas redes em 2020 foi 25% maior do em 2019. Os conteúdos em vídeo também tiveram alta, com 49 bilhões de visualizações e 4,7 bilhões de interações, crescimento de 35% e 20%, respectivamente, em relação a 2019. Entre os consumidores frequentes desse formato de conteúdo, a análise aponta que a maioria consome até 3 horas de vídeo por semana. Enquanto marcas e publishers conquistaram a audiência no Facebook e produziram mais conteúdo no Twitter, esses formadores de opinião tiveram grande participação no Instagram, concentrando 72% das ações nas redes, com alcance de 55% da audiência em relação às outras plataformas. E o engajamento dos influenciadores cresceu, em média, 31% sobre 2019. Os consumidores brasileiros passaram, em média, mais de 47 horas nas redes durante o mês de dezembro, tempo apenas alguns minutos atrás dos usuários no México. Em números absolutos, o estudo da Comscore contabilizou 24,4 bilhões de interações no Facebook, Instagram e Twitter de marcas, publishers e influenciadores – índice 25% maior do que o que foi registrado em 2019. Além disso, foram somadas 9 milhões de publicações nessas redes em 2020, número 21% maior em relação ao ano anterior. O Instagram foi a plataforma com maior share de ações no último ano; a rede foi responsável por 72% delas em 2020. O Facebook foi a plataforma com maior alcance, com 65% da atenção dos usuários, já o Twitter foi o campeão em conteúdo, com 52% do share de posts. O volume de comentários nas redes também cresceu 5% em relação a 2019. (Veja mais em Convergência Digital. Dados de pesquisa da Comscore. Acesso em 6.6.21)

Mais da metade das empresas não confia nas respostas dos próprios dados. A demanda por dados aumentou durante a pandemia de Covid-19. Localmente, 83% dos participantes fizeram essa afirmação – sendo que 48% observaram este aumento e conseguiram endereçá-lo, enquanto 35% enfrentaram dificuldades para atender à necessidade. A média global é de 84%. Este movimento, impulsionado pela mudança no comportamento dos consumidores – que priorizaram compras e outras experiências online –, fez com que os negócios também se tornassem mais dependentes dos dados. O Brasil se destaca nesta questão. Apesar da maior dependência e da necessidade de insights confiáveis para a tomada de decisão, os negócios ainda enfrentam dificuldades com a qualidade das informações capturadas de consumidores e empresas. 32% das companhias no mundo dizem que esses dados são imprecisos e que 55% dos líderes não confiam nas respostas. Por conta disso, mais da metade dos participantes da pesquisa afirma que melhorar a qualidade é uma prioridade – no Brasil, o número de respondentes chega a 62% nesta questão. Outra falha causada pela falta de segurança nos insights é a falta de agilidade: 54% dos respondentes brasileiros admitiram este problema, o que impactou a resposta às mudanças geradas pela pandemia de Covid-19. O Reino Unido foi o mais afetado, 64% fizeram esta afirmação; nos Estados Unidos 62% concordam, mesmo número da média global. Para aprimorar esta frente, o relatório indica caminhos tomados pelas empresas. A maior parte afirma ter problema com falta de habilidade dos profissionais para lerem os dados (62% no mundo e 59% no Brasil). Por isso, 8 em cada 10 dizem estar contratando pessoas para funções dedicadas aos dados nos próximos seis meses, pela média global. Outro ponto de melhoria é a oferta de mais tecnologia para as equipes, 77% dos líderes no Brasil e 82% no mundo. No Brasil 87% dos entrevistados confirmaram que poderiam usar seus dados para o bem comum, acima da média global de 77%, e 81% disseam que foram capazes de fazer isso nos meses de distanciamento social no país. Localmente, as companhias se mostraram mais dispostas a compartilhar talentos que atuam com dados para desenvolver soluções, aumentar a colaboração entre empresas e fornecer treinamentos e ferramentas para quem perdeu o emprego por conta da pandemia. Entre outros pontos citados estão trabalho voluntário e oferta de informações para organizações não-governamentais e órgãos do governo. (Veja mais em Convergência Digital. Dados de pesquisa Pesquisa Global de Gestão de Dados, realizada pela Experian nos Estados Unidos, Reino Unido e Brasil. Acesso em 6.6.21)

Brasileiros acham um tédio fazer atualização de segurança em PCs e celulares. Os brasileiros são menos inclinados a realizar atualizações de segurança em dispositivos eletrônicos, a instalação de novos recursos é uma tarefa considerada rotineira e tediosa para 42% dos brasileiros, que muitas vezes adiam as atualizações. 7 em cada 10 usuários não consideram sequer assumir riscos ao optarem por realizar atualizações em uma data posterior. Os números da pesquisa mostram que os brasileiros são os que menos atualizam seus dispositivos em relação aos vizinhos da América Latina. O país campeão neste quesito é o Chile com 54%, seguido de Argentina (52%), Colômbia (52%), Peru (48%) e México (43%). No Brasil, estar ocupado no trabalho (33%), não querer parar de usar seu dispositivo naquele momento (23%) e não querer fechar o programa/aplicativo que está utilizado (20%) estão entre as razões mais citadas para o adiamento. 71% dos brasileiros não enxergam riscos em postergar as atualizações. A amostra incluiu 1 mil participantes da Alemanha, Espanha, França, Itália e Reino Unido; além de 500 entrevistados na África do Sul, Argentina, Austrália, Áustria, Brasil, Chile, China, Colômbia, Emirados Árabes, Estados Unidos, Holanda, Índia, México, Peru, Portugal, Romênia, Rússia e Turquia. Todos os participantes usavam computador, smartphone e/ou tablet para cuidar de assuntos pessoais ou de trabalho, e 76% deles estavam empregados. (Veja mais em Convergência Digital. Dados de pesquisa realizada realizada em abril de 2021, com 15 mil entrevistados online para explorar as tendências de como as pessoas se comportam ao atualizar seus dispositivos pela empresa de cibersegurança Kaspersky e pela consultoria de mercado Savantem em 23 países. Acesso em 6.6.21)

Teletrabalho aumenta produtividade, mas reduz bem-estar. Depois de um ano de intensificação do trabalho remoto, a percepção é de que a produtividade aumentou, mas cobrou seu preço na redução do bem-estar dos profissionais. Mais de 58% dos respondentes da pesquisa afirmaram ser mais produtivos ou significativamente mais produtivos em home office. Em 2020, esse índice ficou em torno de 44%. Considerando somente a opção “significativamente mais produtivo”, as mulheres tiveram uma proporção de respostas de 29,1% contra 18,1% entre os homens. Sobre os cargos hierárquicos, entre profissionais em postos de gerência e/ou liderança, 13% das respostas apontam para patamares menores ou muito menores de produtividade do trabalho remoto. Entre profissionais de nível hierárquico mais elevado, essa proporção atingiu 22,4%. Com relação aos desafios do trabalho remoto, o senso positivo de produtividade nem sempre está alinhado à percepção de equilíbrio e bem-estar do colaborador. Entre as opções oferecidas aos pesquisados, para identificar os principais obstáculos do home office, as três que mais se destacaram foram “maior volume de horas trabalhadas”, apontado por 24%; “dificuldade de relacionamento” e “dificuldade de comunicação”, ambas com 16%. Para 14% dos respondentes, o “equilíbrio com demandas pessoais” é também uma das questões presentes. Sobre os receios quanto à continuidade do trabalho remoto, para 20,6% o maior é a perda de convívio social, seguida de maior carga de trabalho no modelo remoto (15,5%) e piora de comportamento por ausência de convívio (13,5%). Ou seja, teme-se pela continuação de uma carga de trabalho elevada que cause ou reflita a dificuldade de equilibrar a vida pessoal e profissional. Além disso, a continuidade da situação que impõe o trabalho remoto faz com que a perda do convívio, e seus consequentes prejuízos, perdurem. Os comentários dos respondentes apontam para um esgotamento mental que envolve tanto a situação crítica da pandemia quanto os desafios já mencionados. Por isso, não podemos nos deixar seduzir pela alta produtividade. A maior parte dos respondentes (87,3%) iniciou suas atividades de trabalho remoto como medida de contenção da disseminação da Covid-19. O perfil se caracteriza pela localização predominante na região Sudeste do país, especialmente em São Paulo (48,3%) e Minas Gerais (16,8%). (Veja mais em Convergência Digital. Dados da egunda edição da pesquisa Novas Formas de Trabalhar: as adequações ao home office em tempos de crise, realizada pela Fundação Dom Cabral em parceria com Grant Thornton Brasil e Emlyon Business School. Acesso em 28.5.21)

Consumo de Internet dobrou no Brasil por conta da Covid-19. A quantidade de horas que os brasileiros passam na internet trabalhando de casa praticamente dobrou em decorrência da pandemia da Covid-19. O incremento do uso da internet implica em desafios para os provedores. No caso do Brasil, o número de horas de uso da internet para trabalho de casa — que a pesquisa denominou WFH, do inglês working for home — passou de 3h41m por dia antes da Covid-19 para 6h44m por dia. Comportamento semelhante foi observado no México. O volume de aumento é maior que o identificado globalmente, de cerca de duas horas diárias — passando de 3h4m para 4h59m. A pesquisa considerou tanto uso de redes fixas quanto móveis. Durante a pandemia, os consumidores passaram a ficar mais exigentes com relação à velocidade da internet em casa, além da cobertura do Wi-Fi e estabilidade de conexão. No Brasil, a maior preocupação no período foi a desconexão dos serviços de internet (50%), perda de informação (28%) e ataques cibernéticos (19%). Questionados sobre os cenários de internet para trabalhar em casa passada a pandemia, brasileiros e mexicanos afirmaram que o cenário WFH deve permanecer. Com relação a serviços agregados que poderiam ter em casa, após a Covid-19, 56% dos brasileiros responderam serviços de segurança, 47% de nuvem e 38% controle da casa pela internet. Essas demandas representam oportunidade para as empresas prestadoras de serviço de internet. A pesquisa confirmam a necessidade da conectividade de boa qualidade e de ISPs comr segurança. O consumo de streaming também aumentou durante a pandemia, mas não chegou a dobrar no Brasil: foi de 2,5 horas para 3h43m. Nesse quesito, o Brasil ficou abaixo do aumento médio global de quase duas horas. Já com relação à compra de conteúdo online, como filmes, músicas e jogos, o Brasil e o México registraram aumentos fortes — 71% e 76%, considerando melhorias de contratos e novas compras —, acima da média global de 53%. (Veja mais em Convergência Digital. Dados da Amdocs para América Latina e Caribe. Acesso em 28.5.21)

Pequenos provedores lideram oferta de banda larga em 20 estados. Os pequenos provedores somados lideram o mercado de oferta de banda larga no Brasil em 20 estados, concentram velocidades mais altas e uma maior proporção de conexões em fibra óptica. É um desempenho e tanto em um segmento que, embora menos que na telefonia celular, também é concentrado no topo. Três empresas não PPPs – Claro, Vivo e Oi – detêm 58% do mercado, com 21,3 milhões dos 36,2 milhões de acessos ativos de banda larga fixa. As demais 5,9 mil empresas com menos de 5% do mercado total – regra da agência que caracteriza quem é PPP, menos de 1,8 milhão de acessos – respondem por 14,9 milhões de contratos ativos. Nesse universo há empresas como Algar, Brisanet e TIM, com cerca de 700 mil clientes cada, mas também pelo menos 1 mil provedores com menos de 80 acessos em serviço. Heterogêneo, esse grupo das PPPs puxa o crescimento das conexões internet no país. Em 2020, elas somaram 4 milhões de novos acessos, em um ano cujo crescimento líquido foi de 3,3 milhões de conexões (Vivo e Oi perderam mais clientes do que ganharam em 2020). A fibra óptica representa 47% de todas as conexões fixas à internet no país. Mas enquanto essa é a tecnologia de cerca de um terço das conexões das grandes empresas, no conjunto das PPPs a fibra responde por mais de 70% das conexões – ou 10 milhões dos mais de 14 milhões de acessos desse grupo. Como resultado, é maior a proporção das conexões das PPPs com as maiores velocidades. Mesmo considerando-se as conexões de fibra, as grandes empresas têm 46,6% de acessos com mais de 34 Mbps. Entre as PPPs, as velocidades mais altas representam 53,4% do total. (Veja mais em Convergência Digital. Dados da Anatel. Acesso em 28.5.21)

Instagram já tem 35% mais audiência que Facebook. O público no Instagram já é 34,7% maior que do Facebook, ante a vantagem de 28% no primeiro trimestre de 2020. A rede social de imagens também teve 22 vezes mais interações do que o Facebook, contra 16 vezes no primeiro trimestre de 2020. Apesar de o Instagram ser a rede com maior público e melhor engajamento, 61,9% das postagens dos perfis de marcas ainda são no Facebook, mesmo o número sendo menor em comparação com o segundo trimestre de 2020, quando a concentração de posts na rede representava 70,1%. Sobre a quantidade de posts no Brasil, é possível perceber que o montante de publicações é quase o mesmo, mas, ao contrário do que acontece no mundo, a audiência das marcas é menor no Instagram, mesmo o engajamento sendo muito maior. Ainda segundo o estudo, a quantidade de tempo que usuários passam no Facebook voltou aos níveis anteriores à pandemia, tendência que começou no segundo trimestre de 2020. (Veja mais em Convergência Digital. Dados de estudo mundial da Socialbakers. Acesso em 28.5.21)

Receitas com software crescem 30% em 2020 e ultrapassam R$ 42 bilhões. Com a maior demanda por soluções digitais como resposta às dificuldades trazidas pela pandemia de Covid-19, provedores de software no Brasil tiveram alta de 30% nas receitas em 2020, que alcançaram US$ 8,15 bilhões, cerca de R$ 42 bilhões. A receita do mercado de cloud pública em 2020 foi de US$ 3,02 bilhões, [cerca de R$ 15 bilhões], incluindo IaaS, PaaS e SaaS.” Plataformas de colaboração também foram alvo de investimentos, e o ERP, que apesar de já ser uma plataforma consolidada, cresceu acima de 25% em 2020. Em 2021 o crescimento do mercado de software no país não será tão acelerado como em 2020, quando as organizações correram para resolver gargalos e atender a demanda, mas deve ficar no patamar dos dois dígitos. (Veja mais em Convergência Digital. Dados da consultoria IDC Brasil, a partir de dados que incluem, entre outras, as vendas de software para infraestrutura de TI, gerenciamento de dados, endpoint, rede, CRM, ERM, SCM, ferramentas colaborativas e de inteligência artificial. Acesso em 28.5.21)

IBGE: Internet chega a 82% dos domicílios, mas 40 milhões de brasileiros seguem sem acesso. Com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua e números de 2019, o IBGE que cresceu a proporção de domicílios brasileiros com acesso à internet – o índice subiu de 79,1% para 82,7%, na comparação com 2018, aumento de 3,6%. No entanto, o Instituto aponta que 40 milhões de pessoas não têm acesso no país. Em 2019, em 12,6 milhões domicílios do país não havia internet, devido à falta de interesse (32,9%), ao serviço de acesso ser considerado caro (26,2%) ou por nenhum morador saber usar a internet (25,7%). O peso financeiro é apontado pelo fato de que o rendimento médio per capita dos domicílios com utilização da internet (R$ 1.527) era o dobro da renda dos que não utilizavam a rede (R$ 728). O rendimento médio per capita dos que utilizavam tablet para navegar na internet (R$ 3.223) era mais que o dobro do recebido por aqueles que acessavam a rede pelo celular (R$ 1.526). Sendo que o telefone móvel continuou o principal equipamento de conectividade – está em 99,5% dos domicílios que acessavam a rede. Em seguida aparece o microcomputador (45,1%); a televisão (31,7%) e o tablet (12,0%). Houve redução de 3%. no uso do microcomputador e de 1,4%. no de tablet, mas alta de 8,4% no uso da televisão. O uso da conexão por banda larga móvel passou de 80,2% em 2018 para 81,2% em 2019; já o da banda larga fixa cresceu de 75,9% para 77,9%. Apenas na região Nordeste o uso da banda larga móvel (63,8%) foi menor que o da fixa (80,4%). Entre 2018 e 2019, cresceu a proporção de domicílios com os dois tipos de banda larga (de 56,3% para 59,2%) e caiu de 23,3% para 21,4% o percentual dos que só usam conexão móvel, assim como o dos que usam só a banda larga fixa (de 19,0% para 18,1%).Com base nos dados de 2019, o Brasil tem 40 milhões de pessoas que não usam a rede. Entre as 183,3 milhões de pessoas com 10 anos ou mais de idade no país, 143,5 milhões (78,3%) utilizaram a internet nos últimos três meses. Jovens adultos entre 20 e 29 anos foram os que mais acessaram. O uso é maior entre estudantes (88,1%) do que entre não estudantes (75,8%). Os estudantes da rede privada (98,4%) usam mais do que os da rede pública (83,7%).Em 2019, 81,8% dos estudantes da rede privada acessavam a internet pelo computador, contra 43,0% da rede pública. O uso da televisão para acesso à internet ocorria para 51,1% dos estudantes da rede privada, o dobro do apresentado entre estudantes da rede pública (26,8%). No uso do tablet, a diferença chega a quase três vezes. O celular foi o principal equipamento utilizado para acessar a internet pelos estudantes nas redes pública (96,8%) e privada (98,5%). O percentual dos que fizeram chamadas de voz ou vídeo via internet subiu de 88,1% para 91,2%. O acesso para assistir a vídeos, filmes e séries cresceu de 86,1% para 88,4%. No período analisado, o percentual de utilização da internet nos domicílios subiu de 79,1% para 82,7%. O crescimento mais acelerado da utilização da internet nos domicílios rurais – de 49,2% em 2018 para 55,6%, em 2019 – ajudou a reduzir a diferença em relação à área urbana, onde a utilização da internet subiu de 83,8% para 86,7%. Este crescimento ocorreu em todas as grandes regiões, sobretudo na região Nordeste, que, apesar do aumento de 5,2 pontos percentuais no período, se manteve como a região com menor percentual de domicílios com acesso à internet (74,3%). Nos 12,6 milhões de domicílios do país em que não havia utilização da internet, os três motivos que mais se destacaram (84,8%) foram: falta de interesse em acessar a internet (32,9%), serviço de acesso à internet era caro (26,2%) e nenhum morador sabia usar a internet (25,7%). Em outros 6,8% das residências os moradores disseram que não havia disponibilidade de rede na área do domicílio e 5,0% alegaram o alto custo do equipamento eletrônico para conexão. Em área urbana, o percentual de domicílios sem utilização da internet que alegaram esses três motivos chegou a 91,9%. Nas áreas rurais, 19,2% dos domicílios não utilizavam internet porque não dispunham do serviço na localidade, contra apenas 0,6% em área urbana. (Veja mais em Convergência Digital. Acesso em 22.4.21)

Em 2020, com Covid-19, 13 milhões passaram a comprar pela internet no Brasil. O comércio eletrônico conquistou 13 milhões novos consumidores no Brasil em 2020, elevando em 29% o total de clientes online em relação a 2019. Os dados são do Webshoppers 43 Ebit/Nielsen & Bexs Banco. As medidas de restrição de circulação e o fechamento de lojas físicas durante a pandemia foram os principais fatores para o crescimento da primeira compra em sites. No varejo offline, 20% das lojas tiveram de fechar as portas, sendo as regiões Norte e Nordeste as mais impactadas. No entanto, em 2020, a região Norte foi a que mais ganhou novos consumidores online, com crescimento de 4% em relação ao ano anterior. 83% dos consumidores que compraram online pela primeira vez em 2020 repetiriam a operação. 69,5% afirmaram que promoveriam a loja onde realizaram a compra. Já a quantidade de detratores – passíveis de registros negativos – representa 15,2% dos entrevistados. Entre os insatisfeitos com a experiência online, 28% apontam o prazo de entrega como o principal motivo. Outras razões para a insatisfação registradas pelos consumidores que não indicariam o site onde realizaram a compra são a qualidade do atendimento e dos produtos enviados. O frete também é decisivo no momento da compra. De acordo com a pesquisa, 5,9% dos consumidores que não precisaram pagar pelo transporte apresentaram queixas. Já 15,7% dos clientes que desembolsaram acima de R$ 199,99 para o envio, a experiência de compra não foi satisfatória. (Veja mais em Convergência Digital. Acesso em 22.4.21)

Com Covid-19, telecom volta a ser campeã de reclamações. As telecomunicações voltaram ao topo do ranking de reclamações dos consumidores em 2020. Os dados da Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça mostram que 3,2 milhões de brasileiros se queixaram nos Procons de todo o país e na plataforma Consumidor.gov.br. Mais de dois em cada cinco, contra serviços e empresas de telecom. Boa parte dos brasileiros permaneceu em casa e fez bastante uso de telefonia, de pacotes de serviços, banda larga, internet. De um lado, o ano foi atípico porque os próprios Procons tiveram que suspender atendimento – e o resultado foi uma queda de 2,59 milhões para 2,06 milhões de reclamações nas unidades estaduais ou municipais de atendimento ao consumidor. Já no portal Consumidor.gov.br, cresceram 35%, para 1,19 milhão. Telecom se destacou em ambos os caminhos, representando 18,3% das queixas nos Procons e 26,6% no portal de mediação consumerista. De 3,2 milhões de reclamações, telecom concentrou 693 mil. Telefonia celular, telefonia fixa, aparelho celular, telefonia pós paga, pacotes de serviços (combo) e internet fixa são os temas mais comuns. Problemas de cobrança envolvem 4 de cada queixas, seguidos de problemas em contratos, má qualidade e atendimento. O setor também manteve-se como aquele com melhores índices de resolução de conflitos, seja nos Procons (88%) ou pelo portal Consumidor.gov.br (90%) – bem acima das médias de ambos, 74,8% e 78,4%, respectivamente. Considerando-se os Procons, o setor de telecomunicações também concentra as empresas mais reclamadas do país. A exceção em 2020 foi o topo do ranking, com a distribuidora de energia paulista Enel figurando em primeiro lugar por conta dos erros nas cobranças ocorridas em meados do ano passado. As quatro posições seguintes, porém, foram ocupadas, respectivamente, por Oi (com 89.602 reclamações), Vivo (88.046), Claro (88.274) e TIM (68.465). Juntas, representam 28% das 1,19 milhão de queixas nas unidades. “É um setor extremamente demandado porque é o tipo de serviço que usamos a todo momento. (Veja mais em Convergência Digital. Acesso em 22.4.21)

Queixas sobre comércio eletrônico disparam 86% e alertam para proteção de dados. A dependência maior da internet em 2020 fez dispararem 86,8% as reclamações relacionadas a comércio eletrônico no portal Consumidor.gov.br. E se as broncas relacionadas a compra e venda pela web acompanham a maior intensidade do canal, o ambiente online salienta um problema adicional: a proteção de dados. Temos problemas relacionados à proteção de dados dos consumidores. Bancos de dados e cadastros de consumidores aparecem com destaque na nossa plataforma Consumidor.gov.br. Sabemos que muitos consumidores ficaram sujeitos a alguns golpes cometidos em ambiente virtual, ainda se adaptando à nova realidade do comércio eletrônico, de utilizar mecanismos digitais. Segundo números divulgados pela Senacon, problemas com “bancos de dados e cadastros de consumidores” foram o segundo assunto que isoladamente mais levou a queixas no portal de mediação do Ministério da Justiça, 6,5% de 1,19 milhão que reclamações, atrás apenas de demandas sobre cartão de crédito ou débito (7,6% do total). Estamos fazendo todo um trabalho de educação para o consumo, alertando sobre esses riscos. Proteção de dados do consumidor é um dos focos dos trabalhos da Senacon em 2021. Ainda neste mês vamos assinar um acordo de cooperação técnica com a Autoridade Nacional de Proteção de Dados nesse sentido. Já temos um núcleo tratando desse tema no Conselho nacional de Defesa do Consumidor. (Veja mais em Convergência Digital. Acesso em 22.4.21)

Internet bate recorde no Brasil e PTT de São Paulo é maior do mundo em tráfego. O IX.br, um dos maiores conjuntos de Pontos de Troca de Tráfego Internet (PTT) do mundo, bateu novo recorde histórico em 7 de março, ao atingir pico de troca de tráfego de 16 Tb/s. A marca, única no planeta, representa crescimento de 60% na comparação com 2020. Iniciativa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), o IX.br (Brasil Internet Exchange) cria e promove infraestrutura necessária para a interconexão direta entre as redes que compõem a Internet no Brasil. Em 2020, o tráfego agregado das 33 localidades em que o IX.br está presente chegava a 10Tb/s, e em março alcançou 16 Tb/s. Essa elevação expressiva também foi observada no PTT de São Paulo, que dia 9/3, atingiu 12 Tb/s, 50% a mais do que em março de 2020. Em relação aos maiores IX da Europa, o IX.br de São Paulo teve um crescimento anual superior, passando a ser o líder mundial em pico de tráfego e número de redes conectadas. Esses números se justificam, em parte, pelo aumento na procura por conexão aos nossos IXPs (Internet Exchange Points ou PTTs), com 924 novas conexões no período e 527 novos participantes, sendo 377 em São Paulo. Também houve entrada de novos provedores de conteúdo e o aumento do número de acessos ativos. Essa elevação não se deve necessariamente à pandemia Covid-19, que, em função do distanciamento social e das restrições de mobilidade, ajudou a alavancar o uso da Internet. Houve um acréscimo em março de 2020, no início da pandemia na ordem de 15%, juntamente com uma mudança no perfil do tráfego diário, que ficou mais semelhante ao dos domingos. A partir de junho de 2020, o perfil de tráfego retornou ao padrão normal, sendo que o aumento no tráfego continuou muito consistente. (Veja mais em Convergência Digital. Acesso em 22.4.21)

Governo já tem 4,8 milhões de cadastros com biometria facial no Gov.br. O cadastro unificado para atendimento online no serviço público federal contava com 96 milhões de brasileiros registrados em março de 2021, sendo 4,8 milhões deles com identificação por biometria facial, agora batizada como nível ‘ouro’ no novo modelo de classificação. O nível bronze, prata e ouro – diretamente relacionados às assinaturas digitais simples e avançada – implica no tipo de serviço público viável pela internet. Doss 96 milhões, 6,6 milhões estão identificados no cadastro governamental como nível prata, em grande medida oriundos da adesão de bancos públicos e privados ao login único do governo federal. Os demais 84,6 milhões têm assinaturas simples, ou bronze. Prata e ouro equivalem à assinatura avançada. (Veja mais em Convergência Digital. Acesso em 22.4.21)

Banda larga fixa é o serviço pior avaliado pelos consumidores. Único serviço em crescimento contínuo de clientes nos últimos anos, a banda larga fixa é também o único que os consumidores avaliam estar piorando, pelo menos desde 2015, quando a Anatel começou a fazer pesquisas anuais de satisfação. Enquanto a telefonia fixa, a móvel pós e pré paga, e a TV por assinatura têm notas crescentes, a internet fixa regrediu. Segundo dados divulgados pela Anatel, em 2015 os brasileiros davam nota 6,58 para a banda larga fixa, em escala de 0 a 10. Esse número encerrou 2020 em 6,51. Todos os demais evoluíram: a banda larga fixa cresceu em mais de 5 milhões de acessos – encerrando 2020 com 36 milhões de conexões ativas. Mas enquanto as queixas de telefonia e TV estão mais relacionadas à cobranças e atendimento, o acesso à internet é o serviço com mais queixas sobre funcionamento, reparos e religamentos. Essa percepção de qualidade está relacionada à própria importância das conexões fixas no dia a dia, particularmente a partir do isolamento a partir da pandemia de Covid-19. Apesar da percepção negativa, os indicadores sugerem que a qualidade do serviço melhorou, ao menos do ponto de vista técnico. Mas o consumidor reclamou mais. Para a Anatel, dois pontos merecem atenção aí: há um maior estresse pela dependência da internet no cotidiano, seja escolar ou profissional, e com várias conexões simultâneas na mesma residência; por outro lado, falta clareza das operadoras na hora de ofertar os planos. (Veja mais em Convergência Digital. Acesso em 22.4.21)

Brasileiros admitem vazar dados em troca de benefícios pessoais. 60% dos profissionais ouvidos em pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisa do Risco Comportamental admitiram não dar tratamento adequado às informações confidenciais da organização em que trabalham e desses, 13% apresentam baixa resiliência no tema, indicando que tendem a vazar informações em troca de benefícios pessoais diretos, como dinheiro ou presentes. 47% não guardam sigilo das informações da sua organização por não perceberem a sua importância, ou ainda, por receberem benefícios indiretos no seu vazamento, como status social ao demonstrarem possuir esse conhecimento para outras pessoas. Apenas 35% denotam saber lidar adequadamente com tais informações, tendo consciência de que se trata de um bem, mesmo que intangível, da organização. Foram analisadas respostas de 2.435 funcionários de diferentes níveis hierárquicos (estratégico, tático e operacional) de 24 empresas privadas situadas no Brasil. O objetivo era compreender a visão do indivíduo frente a hipóteses de conflitos éticos e seu nível de resiliência a estes dilemas que poderão estar expostos no ambiente organizacional. (Veja mais em Convergência Digital. Acesso em 22.4.21)

No Brasil, 75% confiam mais em robôs que em humanos em questões financeiras. A pandemia Covid-19 aumentou a ansiedade financeira e mudou as atitudes e a maneira de como administrar as finanças. Segundo a pesquisa da Oracle com mais de 9 mil consumidores e líderes empresariais em 14 países, 75% dos 500 brasileiros entrevistados confiam mais em robôs do que em humanos em relação ao dinheiro. Isso não significa que os profissionais de finanças estão saindo ou sendo substituídos totalmente, mas sugere que devam se concentrar no desenvolvimento de habilidades sociais adicionais à medida que seu papel evolui. 69% dos entrevistados deles confiam mais em um robô do que em si mesmos para gerenciar as finanças; 76% confiam em robôs em vez de em suas próprias equipes financeiras. E 93% acreditam que os robôs podem melhorar o trabalho detectando fraudes (55%), criando notas fiscais (24%) e realizando análises de custo-benefício (30%). Além disso, 74% confiam mais em robôs em vez de consultores financeiros pessoais, enquanto 84% dos consumidores acreditam que os robôs podem ajudar na gestão financeira, ajudando a reduzir gastos (43%) e fazendo investimentos em bolsa (28%). No caso dos líderes empresariais, 61% deles acreditam que os robôs substituirão os profissionais de finanças corporativas nos próximos cinco anos. E 92% deles querem a ajuda de robôs para tarefas financeiras, incluindo aprovações financeiras (53%), orçamento e previsão (33%), relatórios (52%) e gerenciamento de conformidade e risco (46%). 91% dos consumidores afirmam que os acontecimentos de 2020 mudaram como se sentem em relação ao dinheiro, com as pessoas se sentindo ansiosas (34%), com medo (42%) e sujas (8%). Quase metade (49%) dos consumidores afirmou que apenas o dinheiro é um obstáculo para fazer negócios. (Veja mais em Convergência Digital. Acesso em 13.2.21)